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Tavira acolhe Museu dedicado à arte digital

É um projeto único, inovador e distinto o que vai ser criado em Santa Catarina da Fonte do Bispo, em Tavira. As obras nos antigos silos e armazéns de cereais da Cooperativa Agrícola local estão prestes a arrancar para fazer nascer o Museu Zero, exclusivamente dedicado à arte digital.

O projeto, que está a ser levado a cabo pelo Instituto Lusíada de Cultura, vai permitir a criação e apresentação de obras de arte digitais. “A sua concretização permitirá a apresentação de obras ao público, mas também o acolhimento de artistas em residência”, explica João Correia Vargues, da Comissão Executiva do museu, citado pelo ‘Jornal do Algarve’.

O mesmo responsável acredita que o novo museu será um elemento de distinção internacional da região e pretende captar a atenção de visitantes e turistas não só para este espaço cultural, mas também para o Algarve.

A atividade do museu prevê a existência de parcerias com outras entidades relevantes do domínio artístico, além da apresentação de projetos de investigação, criação e representação, através de exposições e atividades culturais. A formação em arte digital assumirá também um papel importante, que se pretende ser de nível internacional.

Quando as obras estão quase a avançar, o Instituto Lusíada de Cultura organiza um seminário no Clube de Tavira, que pretende iniciar de imediato relações de cooperação internacional e a sua programação. Neste encontro, que decorre no dia 23, vão estar presentes responsáveis de museus europeus dedicados à arte digital, bem como representantes de universidades portuguesas, especialistas e artistas nacionais. São desde já parceiros do Museu Zero o MAAT, a Universidade do Algarve, o ARS Electrónica, o Peacock Visual Arts e o V2.

O projeto, que agora está mais perto da concretização, já havia sido anunciado em 2014 por Paulo Teixeira Pinto, fundador da editora Babel, ex-presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, que sempre esteve ligado às artes.

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