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Pão, javali e medronho procuram levar Monchique mais alto

A mesa Monchique é fruto de saberes e de usos e costumes seculares transmitidos de geração em geração e mantém o genuíno gosto da tradição”. É assim que se apresenta a mesa de Monchique, uma das oito finalistas algarvias ao concurso nacional ‘7 Maravilhas à mesa’. O porco, a carne de caça e, naturalmente, o medronho são os grandes destaques desta mesa.

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Para esta mesa, Monchique apresenta o pão caseiro, “amassado à mão com pouco fermento e cozido em forno de lenha”, que “pode ser comido durante uma semana”. É a partir deste elemento que surge a entrada, uma tiborna de chouriça, que vem de “uma tradição durante as matanças de porco”. O prato é feito com pão caseiro e chouriça de porco preto em cima, indo ao forno poucos minutos temperado com oregãos.

Para sopa, “base tradicional de alimentação de Monchique”, é apresentada a sopa de feijão com legumes da época. O prato principal é inspirado nas “caraterísticas geomorfológicas da Serra”, que “permitem a coexistência de um grande número de peças de caça, como a perdiz, o coelho, o javali e o veado”.

As Mesas candidatas devem sempre incluir um produto endógeno e Monchique sugere milhos aferventados, “dada a originalidade e antiguidade na preparação dos milhos, a sua morosa e antiga forma de cozinhar onde é misturada cinza na sua confeção”.

No capítulo das bebidas, não podia ser senão a aguardente de medronho como sugestão, um ex-libris da cultura local, que é também o motivo do roteiro turístico, que pretende ser “um valioso contributo na promoção e preservação deste produto de invulgar qualidade contando já com cerca de uma centena de destilarias”.

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