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Jornal destaca o “Algarve autêntico” de Tavira

“Em Tavira o Algarve é mais autêntico”, é o título do artigo do jornal ‘Mundo Português’, escrito para a comunidade portuguesa emigrante em todo o mundo, dedicado à cidade do Sotavento. Natureza, gastronomia, centro histórico e cultura são os elementos apontados para visitar Tavira.

O artigo que pode ser visto na página da internet começa por lembrar que Tavira foi “local de cruzamento de diversos povos e culturas”, tendo ganhado “influência no reino de Portugal” após a reconquista cristã. O prestígio crescente permitiu o desenvolvimento de uma “notável atividade construtiva e artística, de que é exemplo a célebre escola de arquitetura renascentista de André Pilarte” e, “durante o século XVIII, a atividade do mestre Diogo Tavares de Ataíde”.

Ainda no âmbito cultural, destaque para o Museu Municipal, instalado em 1940 “com uma coleção constituída na sua maioria por objetos de natureza lapidar, numismática e arqueológica”. “O intercâmbio de distintas épocas e sensibilidades culturais marcou indelevelmente a paisagem, a morfologia urbana, a arquitetura e a arte”, acrescenta o mesmo artigo, sublinhando que “a herança patrimonial tem conseguido sobreviver” com “qualidade formal, harmonia e coerência de alguns espaços urbanos, onde confluem modelos medievais e renascentistas, com um conjunto distinto de imóveis ilustrando várias épocas, usos, estilos artísticos e cambiantes regionais”.

A sua costa, continua o artigo, tem mais de 18 quilómetros de extensão, que oferecem “praias de areia fina e branca e onde a temperatura média da água do mar ronda os 22ºC”, entre as quais se destacam as praias da Ilha de Tavira, Terra Estreita, Barril e Homem Nu. E em pleno Parque Natural da Ria Formosa, há ainda as salinas, os sapais e as dunas repletas de biodiversidade.

Nesta viagem conduzida pelo ‘Mundo Português’, não pode faltar uma visita ao Pego do Inferno, considerado como “uma das mais bonitas paisagens algarvias”, que tem como ponto alto o Miradouro do Pego, “onde se pode admirar a grande beleza da queda de água que deleita quem a visiona e oferece mergulhos refrescantes no verão”. No artigo pode ainda ler-se a lenda que deu origem ao nome deste local: “há muitos anos, uma carroça se despenhou no pego, caindo os ocupantes na lagoa”. Os mergulhadores nunca os conseguiram localizar nem encontrar o fundo da lagoa, chamando ao local de ‘Pego do Inferno.’

A gastronomia não pode ficar de fora desta viagem. Se “os produtos do mar são os ex-libris da gastronomia em Tavira, destacando-se os mariscos, o polvo, o atum e o peixe grelhado”, não nos podemos esquecer da serra e do interior, “onde a perna de cabrito no forno, a açorda de galinha, a caça, os enchidos, o queijo fresco de cabra e ovelha fazem parte da oferta gastronómica”. E claro, obrigatório também provar os doces feitos à base de amêndoa, gila, alfarroba, figo com os folhados de Tavira e ainda experimentar uma aguardente de medronho ou figo.

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