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Faro tem o seu primeiro ‘tesouro nacional’

O mosaico romano de Deus Oceano, a peça mais emblemática do Museu Municipal de Faro, foi classificado como de interesse nacional – Tesouro Nacional – em reunião do Conselho de Ministros.

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A classificação surge após a proposta apresentada pela Câmara Municipal de Faro, com a deliberação favorável da Secção de Museus, da Conservação e Restauro e do Património Imaterial do Conselho Nacional da Cultura, e de uma proposta da Direção-Geral do Património Cultural ao Ministério da Cultura.

O mosaico romano do Deus Oceano foi descoberto pela primeira vez nas Ruas Infante D. Henrique e Ventura Coelho, em 1926 e redescoberto e explorado em 1976, pelos arqueólogos Manuel Maia e Maria Maia. Após ter sido restaurado no Museu Monográfico de Conímbriga, passou a constar no Guia dos Museus Municipais, a partir de 1981. Tem uma sala própria no Museu Municipal de Faro.

O presidente da Câmara de Faro já se mostrou muito satisfeito pela classificação. “Estamos todos de parabéns, em particular a equipa do Museu que recuperou o mosaico e procuraram mecenas para os ajudar – com o nosso apoio, claro”, disse o Rogério Bacalhau, em declarações ao jornal ‘Sul Informação’, sublinhando que até agora Faro “nunca tinha tido um Tesouro Nacional”.

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