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All Posts by Carla Ferreira

Depois de semanas de mau tempo, o sol está de volta e promete ficar. Com temperaturas amenas e dias longos, as praias voltam a ser um destino ideal para relaxar. O jornal britânico ‘The Telegraph’ fez uma lista das 20 praias desertas na Europa que merecem uma visita ainda antes do verão e, claro, uma fica no Algarve.

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É ela a praia do Amado, situada em plena Costa Vicentina, perto da Carrapateira. Este é um destino muito apreciado pelos amantes do surf, que aqui se fazem às ondas durante todo o ano. Mas nesta época do ano, são poucos os turistas e a temperatura média ronda os 22ºC. Além da praia, o jornal recomenda também um passeio pelas vilas da região.

Nesta lista, tem ainda lugar outra praia portuguesa. Trata-se da praia de Dunas, próxima de Peniche, e também muito conhecida entre os surfistas. Ainda assim, a temperatura média é mais baixa da que é registada no Algarve.

E já que está na Costa Vicentina, aproveite para descobrir a Rota Vicentina, a pé ou de bicicleta, por trilhos recomendados, que o vão levar a descobrir fauna e flora num dos habitats mais naturais da Europa.

Há várias décadas que o Algarve é mundialmente famoso pelo sol e praia. As imagens de postal têm corrido mundo e trazido muitos viajantes à região, que tem procurado mostrar outros atributos como a boa comida. E a estratégia está a resultar. O jornal brasileiro ‘Diário do Nordeste’ faz esta sexta feira destaque de como bem se come por cá.

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Algarve desponta como maior destino gastronómico de Portugal” assim se intitula o artigo que começa por sublinhar que “a cozinha portuguesa é uma velha conhecida dos brasileiros”, mas há mais para além de bacalhau. O interesse pela gastronomia local prende-se com a atribuição das estrelas Michelin a restaurantes. “E é no Algarve que fica a maior parte deles”, pode ler-se.

“Algarve conta atualmente com oito restaurantes reconhecidos com estrelas do tradicional guia Michelin”, escreve Marlyana Lima, autora do artigo, que enumera os espaços distinguidos: Gusto, Vista, Henrique Leis, Bon Bon, Ocean, São Gabriel, Vila Joya e Willie’s.

Recorde-se que o Algarve tem atualmente 8 mesas candidatas ao concurso ‘7 Maravilhas à Mesa’, que prestam homenagem aos sabores tradicionais do mar e da serra.

Já este verão, os banhistas podem contar com mais uma praia no Sotavento algarvio. A praia de Verdelago fica entre as praias de Altura e Verde e é a novidade apresentada pela Câmara de Castro Marim.

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A nova zona balnear já existia sob o nome de praia das Primas, mas não estava integrada nas zonas concessionadas da praia de Altura. Após uma alteração simplificada ao Plano de Ordenamento da Orla Costeira Vilamoura-Vila Real de Santo António (POOC), a praia do Verdelago passa a contar com unidades balneares, sistema de vigilância e assistência a banhistas, desportos e atividades de recreio náutico e outros serviços complementares.

Com estas medidas, a autarquia perspetiva “a disponibilização aos utentes das praias de Castro Marim de um maior nível de segurança e conforto numa extensão de costa mais alargada”.

De recordar que além das praias costeiras, Castro Marim pretende ainda criar uma zona balnear na barragem de Odeleite, com a existência de um Centro de Atividades Náuticas, que dê maior dinamismo à zona interior do concelho

A mesa Monchique é fruto de saberes e de usos e costumes seculares transmitidos de geração em geração e mantém o genuíno gosto da tradição”. É assim que se apresenta a mesa de Monchique, uma das oito finalistas algarvias ao concurso nacional ‘7 Maravilhas à mesa’. O porco, a carne de caça e, naturalmente, o medronho são os grandes destaques desta mesa.

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Para esta mesa, Monchique apresenta o pão caseiro, “amassado à mão com pouco fermento e cozido em forno de lenha”, que “pode ser comido durante uma semana”. É a partir deste elemento que surge a entrada, uma tiborna de chouriça, que vem de “uma tradição durante as matanças de porco”. O prato é feito com pão caseiro e chouriça de porco preto em cima, indo ao forno poucos minutos temperado com oregãos.

Para sopa, “base tradicional de alimentação de Monchique”, é apresentada a sopa de feijão com legumes da época. O prato principal é inspirado nas “caraterísticas geomorfológicas da Serra”, que “permitem a coexistência de um grande número de peças de caça, como a perdiz, o coelho, o javali e o veado”.

As Mesas candidatas devem sempre incluir um produto endógeno e Monchique sugere milhos aferventados, “dada a originalidade e antiguidade na preparação dos milhos, a sua morosa e antiga forma de cozinhar onde é misturada cinza na sua confeção”.

No capítulo das bebidas, não podia ser senão a aguardente de medronho como sugestão, um ex-libris da cultura local, que é também o motivo do roteiro turístico, que pretende ser “um valioso contributo na promoção e preservação deste produto de invulgar qualidade contando já com cerca de uma centena de destilarias”.

18 de abril é dia de festa para os monumentos que celebram a sua data mundial. O património histórico do Algarve associa-se às comemorações com diversas atividades em várias localidades sob o mote ‘Património Cultural: de Geração para Geração’.

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Já esta quarta feira, pode visitar o Museu Regional do Algarve, em Faro, com entrada grátis. E pelas 15:00, pode seguir ‘A Rota barroca de Diogo Tavares de Ataíde’, sob a direção do historiador de arte Daniel Santana, com início na Igreja do Carmo.

Albufeira preparou uma atividade na área edificada da Rua Henrique Calado que une os mais novos aos mais velhos na partilha de saberes, como jogos tradicionais e digitais, músicas tradicionais e lengalengas ou atividades artesanais como cestaria e empreita. As atividades decorrem no período da manhã, entre as 10:30 e às 12:00, e de tarde, entre as 14:30 e as 17:30.

A Igreja Matriz de São Clemente, em Loulé recebe ‘Conversas com História’, sobre a intervenção de conservação e restauro que está a ser levada a cabo, com a presença das equipas de conservação e restauro.

As Ruínas Romanas de Milreu, em Estói, os Monumentos Megalíticos de Alcalar, em Portimão, e a Fortaleza de Sagres recebem também as comemorações, entre os dias 20 e 21 de abril. A Direção Regional de Cultura sublinha que as atividades visam “relembrar que salvaguardar o que nos é legado é também promover o diálogo entre os saberes ancestrais, a tradição e a contemporaneidade e a vanguarda, utilizando a herança comum como força motora para um futuro mais consciente, mais justo e mais enriquecedor para todos”.

Na mesma semana em que o Algarve apresenta o melhor da sua natureza, a Ria Formosa é palco de mais uma semana de atividades para sensibilizar para a consciência ecológica para preservar o património natural e cultural desta zona qualificada.

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Entre 16 e 22 de abril, Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António promovem atividades que vão desde exposições, jogos, passeios de natureza ou voluntariado ambiental. Uma das grandes novidades deste ano é a presença do Vaivém do Oceanário de Lisboa, que dá a conhecer o mar através de atividades preparadas para escolas e público em geral.

O Parque Natural da Ria Formosa, já eleita uma das ‘Maravilhas Naturais’ de Portugal, é ainda o ponto central de ações de formação e mesas redondas, destinadas a professores e público geral, para dar conhecimentos que permitam uma ação positiva sobre o meio ambiente.

A Ria Formosa é uma “zona húmida, inscrita na Convenção de Ramsar, inclui uma grande variedade de habitats: sapais, bancos de areia e de vasa, dunas em cordões litorais, salinas, lagoas de água doce e salobra, cursos de água com vegetação ripícola, áreas agrícolas, matas, pinhais, tendo por um isso uma grande diversidade faunística e florística”, pode ler-se no folheto do evento, onde pode consultar todas as atividades.

O cavalo-marinho, uma espécies protegida que tem estabelecido na Ria Formosa a sua maior comunidade de indivíduos do mundo, volta a ser o símbolo das jornadas, que coincidem com a Algarve Nature Week, a mostra de atividades e eventos de natureza, que este ano decorre em Lagos.

O golfe é um dos mais importantes setores do turismo algarvio. A provar esta afirmação estão os 500 milhões de euros de riqueza gerados em 2017 e os 16.800 postos de trabalho criados, de acordo com um estudo realizado a pedido da Associação de Turismo do Algarve (ATA).

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Na primeira análise a este setor do turismo realizada pela consultora PricewaterhouseCoopers (PwC), conclui-se que “foi responsável pela obtenção de gastos turísticos na ordem dos 370 milhões de euros, tendo esta receita gerado cerca de 16.800 empregos e um Valor Acrescentado Bruto total de 500 milhões de euros”.

Em comunicado, a ATA indica que o estudo “permitiu obter uma caraterização dos hábitos de consumo do turista de golfe e quantificar o seu impacto no tecido económico da região do Algarve no ano de 2017”, uma vez que “até ao momento, dados concretos que permitissem apurar a criação de valor associada”.

Além da riqueza direta criada pela atividade, “os gastos dos jogadores de golfe ativam vários setores da economia regional/nacional, gerando-se impactos diretos, indiretos e induzidos, através do valor acrescentado, empregos, impostos e balança comercial”, acrescenta a Associação.

Atualmente, “o Algarve assegura aproximadamente 70% do total nacional de voltas de golfe”, o que comprova a importância desta modalidade para a região. “Reunindo condições ímpares para a prática desta modalidade ao longo de todo o ano, podemos encontrar neste produto um forte contributo para o combate à sazonalidade”, sublinha Carlos Gonçalves Luís, presidente da ATA.

O estudo permitiu ainda traçar um perfil do visitante para a prática de golfe: a larga maioria regressa. “87% dos jogadores inquiridos já tinham visitado o Algarve no passado, um indicador muito expressivo no que toca à satisfação dos turistas perante o produto oferecido”, adianta Dora Coelho, diretora da ATA.

Em média, cada golfista gasta 1500 euros na sua estadia e fica instalado em hotéis de 4 ou 5 estrelas e a maioria (73%) tem origem nas ilhas britânicas. O clima ameno e a qualidade dos campos são os principais factores que motivam a vinda dos turistas.

O estudo realizado pela primeira vez permite atestar o “reconhecimento do peso e da relevância que esta indústria representa em termos de impacto económico regional e nacional” e “criar novas oportunidades e soluções, a médio e longo prazo, que nos permitam continuar a potenciar a excelência do Algarve enquanto destino turístico apelativo ao longo de todo o ano”, conclui o presidente da ATA.

Os produtos de Vila do Bispo, em particular as iguarias do mar, dão o mote para a ‘Mesa de Maresias’, uma das oito representantes algarvias ao concurso nacional ‘7 Maravilhas à Mesa‘, que vai decorrer ao longo de todo o verão.

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A Mesa apresentada a concurso é composta por “produtos da terra e do mar, pescados, cultivados e preparados por gentes de Vila do Bispo, contando com uma base de iguarias salpicadas pelo mar”, pode ler-se na página de apresentação do concurso.

Para abrir o repasto, a Mesa apresenta pão de Vila do Bispo, a famosa Moreia Frita da Costa Vicentina e como sopa Papas de Xarém de Mexilhão. Como prato principal, o conhecido o Sargo de Sagres, acompanhado de batatas assadas. E a terminar, numa perfeita combinação entre o mar e a terra, podem ser degustadas Lapas com Figos Secos, produtos endógenos, cultivados e tratados localmente.

As Mesas a concurso incluem também vinhos recomendados para acompanhar os pratos e petiscos e sugerem um roteiro turístico, que deve incluir o património natural, histórico ou cultural, eventos, iniciativas, experiências ou festivais locais. Para esta Mesa, Vila do Bispo sugere um vinho branco, produzido a partir das castas Moscatel e Arinto, pela Quinta de Ferrel, em Lagos. Já como sugestão de roteiro, é apresentado o Forte de Santo António de Beliche, cuja função era “controlar aquele ancoradouro e proteger os pescadores que exploravam uma armação de pesca de atum”.

O concurso ‘7 Maravilhas à Mesa’ vai decorrer a partir de 22 de julho, todos os domingos à noite com transmissão em direto na RTP. Antes da grande final, a 16 de setembro, serão selecionadas duas mesas representativas de cada região de Portugal, que depois concorrerão pelo título nacional. À semelhança de edições anteriores do concurso ‘7 Maravilhas’, será o público a escolher as candidatas preferidas. O objetivo também se mantém: promover as regiões de Portugal como destinos turísticos de referência.

Esqueça o Algarve das fotografias comuns. Para conhecer a região o melhor é fazer-se à estrada. A pé! Este é o objetivo do projeto ‘Algarve Walking Season’ que acaba de ser lançado pela Região de Turismo do Algarve (RTA) e pretende promover o turismo de natureza e combater a sazonalidade.

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O ‘Algarve Walking Season’ foi oficialmente apresentado este fim de semana, em Alcoutim, durante o V Festival de Caminhadas, que havia sido adiado devido ao mau tempo registado no início do março. A marca “vem na sequência de uma estratégia definida em 2013 de aposta no turismo de natureza como produto que gerasse uma motivação alternativa de visita à região”, explica João Fernandes, vice-presidente da RTA.

O ‘Algarve Walking Season’ surge numa altura em que já estão implementados na região dois eventos dedicados às caminhadas: o Walking Festival Ameixial, que acontece no último fim de semana de abril no interior de Loulé, e o Festival de Caminhadas de Alcoutim. A partir das duas iniciativas, surgiu “a ideia de criar um calendário de festivais de caminhadas no Algarve que acontecesse fora da época alta e no interior”, acrescenta João Fernandes.

Além destes dois eventos, o ‘Algarve Walking Season’ integra já neste primeiro ano o Festival de Caminhadas de Lagos, realizado pela Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve (Almargem). “Com esta trilogia conseguimos ter um calendário de festival de caminhadas ao longo de todo o ano”, conclui o responsável.

Além da parte desportiva, as iniciativas assentam também no património e identidade locais, como as tradições ou a gastronomia típica.

Os turistas espanhóis e portugueses foram os que mais procuraram o Algarve em março, mês em que este ano se assinalou a Páscoa. O crescimento da procura, em particular dos nossos ‘vizinhos’, travou a queda que se verificou no último mês na ocupação média nos hotéis algarvios.

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A Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) revelou que em março a taxa de ocupação global média por quarto ficou nos 53,8%, menos 1,1 pontos percentuais do que no mesmo mês do ano passado. Ainda assim, os proveitos subiram 13,6% devido à Páscoa se ter celebrado neste mês.

O mercado britânico continua a justificar a maior fatia da queda da ocupação global média por quarto no Algarve. Em comparação com o período homólogo de 2017, menos 5,3% de turistas britânicos visitaram a região. O ‘Brexit’ e a desvalorização da libra face ao euro continuam a explicar esta tendência que já se verifica há algum tempo. No mesmo sentido, também o mercado holandês registou uma quebra de 1,4%.

A travar maiores perdas estiveram os mercados espanhol e português. No primeiro caso, a procura mais do que duplicou: 140%. A procura nacional também cresceu 35%. Estes aumentos abruptos são explicados pelo facto de a Páscoa se ter assinalado em março, período em que tanto espanhóis, como portugueses escolhem para umas mini-férias.

A Páscoa é também a razão apontada para os proveitos globais terem subido 13,6%, uma vez que o valor por quarto “foi influenciado pelo aumento dos preços no período da Páscoa”.

Albufeira, a principal zona turística da região, registou uma subida de 1,6 pontos percentuais”, especifica a AHETA. Já Portimão/Praia da Rocha, Lagos/Sagres e Monte Gordo/VRSA foram as zonas geográficas que mais desceram.

Em termos acumulados, nos últimos 12 meses, a taxa de ocupação quarto regista uma subida de 0,9%”, conclui a AHETA.

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