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All Posts by Carla Ferreira

O mercado de turistas brasileiros é um dos que apresenta um “interesse crescente” no Algarve. A conclusão é comprovada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) que indicou um crescimento acumulado de 42,5% no número de hóspedes em março de 2018, em comparação com o último ano.

Os dados apresentados por aquela entidade permitem concluir também que o “mercado brasileiro é já o oitavo mercado no que diz respeito ao número de hóspedes internacionais no Algarve”.

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Esta crescente procura já havia sido revelada pelos dados do INE relativos no cômputo geral de 2017 e em relação ao ano anterior: mais 58% de chegadas de turistas brasileiros.

A Associação de Turismo do Algarve (ATA) classifica o turista do Brasil como “um visitante muito interessante”, já que, além do elevado poder de compra, revela “uma vontade crescente de conhecer o destino fora da época alta e de explorar a diversidade da sua ofeta turística”.

Além do sol e mar, os promotores turísticos trabalham para apresentar outras alternativas para como uma maior apetência para a realização de casamentos e luas-de-mel, parques temáticos e aquáticos, as qualidades das rotas de cycling & walking ou o Autódromo de Portimão.

Albufeira é o concelho com mais praias galardoadas com Bandeira Azul e classificadas com Qualidade de Ouro, mas tem também uma zona campestre para explorar a pé. A pensar em todos os que gostam do contacto direto com a natureza, o Município lançou uma aplicação que coloca rotas pedrestres ao alcance de um clique.

Ao todo são 29,3 quilómetros de percursos pedestres de Paderne e da Via Algarviana, que oferecem ainda uma viagem pelos mundos da biologia, fauna, flora e geografia, sem esquecer uma passagem pela História com o Castelo de Paderne.

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À volta desta icónico património centenário, há três percursos: do Castelo, do Cerro Grande e do Cerro de São Vicente. Os três cruzam-se com o trajeto que liga Albufeira à Via Algarviana, partindo no posto de turismo local e passando na estação de caminho-de-ferro de Ferreiras até à aldeia de Centieira.

Para conhecer estes percursos, bem como informações úteis e pontos de interesse, pode aceder através do computador ou procurar a aplicação para smartphone através das palavras chave ‘Percursos Pedestres de Albufeira’. As aplicações estão disponíveis nas versões Android e IOS e são multilíngua.

A Ria Formosa é uma das maravilhas naturais não só do Algarve, mas também de Portugal. É por isso que o convidamos a fazer um passeio para conhecer melhor os cantos e recantos deste Parque Natural que se estende ao longo de 60 quilómetros da costa do Sotavento Algarvio.

Para começar esta viagem, convidamos a uma visita ao Miradouro de Santo António do Alto ou ao Arco da Vila, ambos em Faro, para ter uma ampla vista panorâmica sobre a Ria Formosa. E a Vila Adentro merece que por ela dispense algum tempo.

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Sem perder a Ria de vista, seguimos para Olhão, cidade que parece ter sido trazida do norte de África para o sotavento algarvio. Merece por aqui uma visita aos bairros típicos e ao Mercado, onde encontra alguns dos melhores sabores que a Ria oferece.

A partir de Faro ou de Olhão, pode apanhar as ligações feitas por barco para as ilhas da Ria: Barreta, Culatra e Armona. Por lá, pode desfrutar do saudável convívio entre o homem, a paisagem e o que a Ria pode oferecer. E se estiver bom tempo, descanse nos longos areais.

Deixando o centro urbano de Olhão, há a explorar o Centro de Educação Ambiental de Marim, onde pode visitar o moinho de maré de Marim, vestígios arqueológicos ou habitações tradicionais recuperadas. O Centro tem um percurso pedestre, de fácil acessibilidade, onde pode ainda observar a avifauna selvagem.

Seguindo para este, vale a pena visitar a Torre de Aires, uma torre de planta circular em alvenaria, que se supõe ter origem árabe. A torre tinha como função vigiar a costa de possíveis ataques piratas e é ainda um belo exemplar do sistema defensivo que existia na Região.

Durante este passeio, Santa Luzia, a vila piscatória junto à Ria Formosa, merece também uma visita e uma paragem para degustar as receitas tradicionais de polvo, ou não fosse este o único porto nacional que se dedica em exclusivo à pesca deste molusco.

Em Tavira, reserve algum tempo para conhecer as ruelas do centro histórico, o castelo, os vestígios romanos e as reminiscências da presença árabe. Olhando a vista, os telhados de tesouro dão uma identidade arquitetónica rara, antes de se vislumbrarem longas e cortadas salinas, de onde é extraído sal e flor de sal com Denominação de Origem Protegida. Para assistir à recolha do sal, o melhor é vir no final do verão. Se tiver tempo, não deixe de visitar uma das mais de 20 igrejas que há na cidade.

Chegamos, então, ao último ponto deste passeio: Cacela-Velha. Aldeia classificada como Imóvel de Interesse Público vai deixá-lo de boca aberta com a vista sobre a Ria Formosa. A pequena aldeia encavalitada na falésia é motivo de interesse também pelos achados arqueológicos e pelo seu valor patrimonial. Romanos e árabes estabeleceram-se aqui e dela fizeram um ponto de grande interesse. Lá em baixo está uma das poucas praias que ainda permanecem quase em estado selvagem: a Praia da Fábrica, que já foi considerada uma das melhores do mundo.

Este passeio pode ser feito de carro, mas também de bicicleta. Em algumas zonas, há mesmo percursos destinados para as bicicletas. E pode sempre embrenhar-se pelos trilhos e descobrir muitas outras belezas do Parque Natural da Ria Formosa.

Em Portugal continental e ilhas são 390 as praias com Qualidade de Ouro e, destas, 98 ficam no Algarve. A classificação é atribuída pela Quercus, com base na informação disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

À semelhança do que acontece com a atribuição da Bandeira Azul, Albufeira volta a ser o concelho a nível nacional com maior número de praias galardoadas: 22. Com 13, Vila do Bispo é o quarto município português com maior número de praias com ‘Qualidade de Ouro’ e o segundo a nível regional. Em terceiro no ranking algarvio, estão Lagoa e Loulé 10.

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Seguem Aljezur e Portimão, ambos com 8, Lagos e Vila Real de Santo António, com 5 cada um, Faro e Tavira, ambos com 4, e Silves, Olhão e Castro Marim, com 3.

Na atribuição deste galardão, contam os critérios da “qualidade de água excelente nas cinco últimas épocas balneares, de 2012 a 2017” e de “todas as análises realizadas, sem exceção, na última época balnear deverão apresentar valores inferiores a 100ufc/100ml para os Enterococos intestinaise, inferiores a 250ufc/100ml para a Escherichia coli”.

“O objetivo da Quercus é realçar as praias que ao longo de vários anos, apresentam sistematicamente uma água balnear de qualidade excelente” e que, “oferecem assim uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade da água”, justifica a associação ambiental.

Lista de praias algarvias galardoadas:

  • ALBUFEIRA – ALEMÃES COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – ARRIFES COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – AVEIROS COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – BELHARUCAS COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – CASTELO COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – COELHA COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – EVARISTO COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – FALÉSIA AÇOTEIAS COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – FALÉSIA ALFAMAR COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – INATEL-ALBUFEIRA COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – MANUEL LOURENÇO COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – MARIA LUÍSA COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – OLHOS DE ÁGUA COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – OURA COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – OURA-LESTE COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – PENECO COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – PESCADORES COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – ROCHA BAIXINHA COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – ROCHA BAIXINHA-NASCENTE COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – ROCHA BAIXINHA-POENTE COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – S. RAFAEL COSTEIRA
  • ALBUFEIRA – SANTA EULÁLIA COSTEIRA
  • ALJEZUR – AMADO COSTEIRA
  • ALJEZUR – AMOREIRA-MAR COSTEIRA
  • ALJEZUR – ARRIFANA COSTEIRA
  • ALJEZUR – BORDEIRA COSTEIRA
  • ALJEZUR – MONTE CLÉRIGO COSTEIRA
  • ALJEZUR – ODECEIXE-MAR COSTEIRA
  • ALJEZUR – VALE DOS HOMENS COSTEIRA
  • ALJEZUR – VALE FIGUEIRAS COSTEIRA
  • CASTRO MARIM – ALAGOA-ALTURA COSTEIRA
  • CASTRO MARIM – CABEÇO COSTEIRA
  • CASTRO MARIM – PRAIA VERDE COSTEIRA
  • FARO – BARRETA COSTEIRA
  • FARO – CULATRA-MAR COSTEIRA
  • FARO – FARO-MAR COSTEIRA
  • FARO – ILHA DO FAROL-MAR COSTEIRA
  • LAGOA – BENAGIL COSTEIRA
  • LAGOA – CANEIROS COSTEIRA
  • LAGOA – CARVALHO COSTEIRA
  • LAGOA – CARVOEIRO COSTEIRA
  • LAGOA – COVA REDONDA COSTEIRA
  • LAGOA – MARINHA COSTEIRA
  • LAGOA -SENHORA DA ROCHA COSTEIRA
  • LAGOA – VALE DO OLIVAL COSTEIRA
  • LAGOA – CALOURA COSTEIRA
  • LAGOA – ZONA BALNEAR DA LAGOA COSTEIRA
  • LAGOS – BATATA COSTEIRA
  • LAGOS – D. ANA COSTEIRA
  • LAGOS – LUZ COSTEIRA
  • LAGOS – MEIA PRAIA COSTEIRA
  • LAGOS – PORTO DE MÓS COSTEIRA
  • LOULÉ – ALMARGEM COSTEIRA
  • LOULÉ – ANCÃO COSTEIRA
  • LOULÉ – FORTE NOVO COSTEIRA
  • LOULÉ – GARRÃO-NASCENTE COSTEIRA
  • LOULÉ – GARRÃO-POENTE COSTEIRA
  • LOULÉ – LOULÉ VELHO COSTEIRA
  • LOULÉ – QUARTEIRA COSTEIRA
  • LOULÉ – QUINTA DO LAGO COSTEIRA
  • LOULÉ – VALE DE LOBO COSTEIRA
  • LOULÉ – VILAMOURA COSTEIRA
  • OLHÃO – ARMONA-MAR COSTEIRA
  • OLHÃO – ARMONA-RIA COSTEIRA
  • OLHÃO – FUSETA-MAR COSTEIRA
  • PORTIMÃO – ALVOR-NASCENTE COSTEIRA
  • PORTIMÃO – ALVOR-POENTE COSTEIRA
  • PORTIMÃO – BARRANCO DAS CANAS COSTEIRA
  • PORTIMÃO – CARIANOS COSTEIRA
  • PORTIMÃO – PRAINHA COSTEIRA
  • PORTIMÃO – ROCHA COSTEIRA
  • PORTIMÃO – TRÊS CASTELOS COSTEIRA
  • PORTIMÃO – VAU COSTEIRA
  • SILVES – ARMAÇÃO DE PÊRA COSTEIRA
  • SILVES – PRAIA GRANDE-NASCENTE COSTEIRA
  • SILVES – PRAIA GRANDE-POENTE COSTEIRA
  • TAVIRA – BARRIL COSTEIRA
  • TAVIRA – CABANAS-MAR COSTEIRA
  • TAVIRA – ILHA DE TAVIRA-MAR COSTEIRA
  • TAVIRA – TERRA ESTREITA COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – ALMÁDENA-CABANAS VELHAS COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – BELICHE COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – BOCA DO RIO COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – BURGAU COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – CASTELEJO COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – CORDOAMA COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – FURNAS COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – INGRINA COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – MARETA COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – MARTINHAL COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – SALEMA COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – TONEL COSTEIRA
  • VILA DO BISPO – ZAVIAL COSTEIRA
  • VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO – FÁBRICA-MAR COSTEIRA
  • VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO – LOTA COSTEIRA
  • VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO – MANTA ROTA COSTEIRA
  • VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO – MONTE GORDO COSTEIRA
  • VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO – SANTO ANTÓNIO COSTEIRA

A partir desta terça (dia 15), está aberta a época balnear de 2018 nas praias de Albufeira e em algumas de Lagoa. A partir de agora e até 15 de outubro, as zonas balneares gozam de todos os serviços de apoio aos banhistas.

Em Lagoa, a antecipação da época balnear acontece nas praias de Benagil, Carvoeiro, Pintadinho, Senhora da Rocha, Vale Centeanes, Vale do Olival e Cova Redonda. Nas restantes, Albandeira, Carvalho, Marinha e Ferragudo, acontece de 1 de junho a 30 de setembro, respeitando a época regular do País.

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Tal como já tem acontecido noutros anos com o início mais cedo da época balnear, também Albufeira, o concelho do País com maior número de bandeiras azuis (25 no total), dá por aberta oficialmente a época balnear, que acontece até 15 de outubro.

A Rota do Petisco vai regressar, mas com muitas novidades. Este ano serão 13 os municípios do Algarve que vão acolher o maior certame gastronómico do região que decorre em apenas um mês e em simultâneo.

É de 4 de outubro a 4 de novembro que a 8ª edição da Rota acontece. Além dos locais onde já se desenrolou em anos anteriores, Aljezur, Vila do Bispo, Lagos, Monchique, Portimão, Silves, Lagoa, Faro e Olhão, o certame estende-se agora a Albufeira, São Brás de Alportel, Tavira e Castro Marim.

Em todos os concelhos a fórmula vai ser a mesma: receitas inovadoras, mas com uma marca regional, que pode ser no uso de produtos tradicionais ou no modo de confeção.

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Os menus apresentados e o preço mantêm-se: a modalidade ‘Petisco’ com bebida tem um custo de 3 euros e a versão ‘Doce Regional’ com bebida fica por 2 euros.

Além da gastronomia, esta é também uma forma das localidades aderentes apresentarem uma oferta de animação social e cultural. As inscrições estão abertas até 31 de maio na página online da Rota.

Os quatro faróis algarvios vão estar abertos durante nove dias e podem ser visitados por todos de forma gratuita. O objetivo é abrir este património marítimo, que desperta curiosidade e imaginação, para comemar o Dia da Marinha, que se assinala a 20 de maio.

No Algarve, podem ser vistiados os faróis de Cabo de São Vicente, em Sagres, de Alfanzina, em Lagoa, de Santa Maria, na Ilha da Culatra, e de Vila Real de Santo António. Os faróis estão abertos a partir de hoje e até 20 de maio entre as 14:00 e as 17:00. Esta é uma oportunidade de conhecer a sua importância na proteção e controlo da navegação.

O dia 20 de maio foi escolhido para assinalar o Dia da Marinha por ser o dia da chegada da Armada de Vasco da Gama, à Índia, em 1498. Além da abertura de faróis, haverá outras atividades para ‘descobrir’ o mar.

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A lancha Dragão, no Ponto de Apoio Naval de Portimão, e a lancha Escorpião, no Cais de Honra da Marinha de Vilamoura, serão o ponto para batismos de mar, nos dias 19 e 20 de maio. Esta embarcação estará também aberta para visitas entre as 15 e as 18 horas, tal como a lancha Cassiopeia, em Portimão, que abrirá ao público ainda durante o período da manhã.

Os vinhos algarvios já são conhecidos pela sua qualidade e parte desse reconhecimento advém dos sucessivos prémios conquistados. Desta feita são 27 os rótulos que se podem orgulhar de ostentar distinções conquistadas no XI Concurso de Vinhos do Algarve, organizado pela Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA), em Silves.

Um juri constituído por 20 elementos teve a árdua tarefa de analisar 85 vinhos que se apresentaram a concurso. E a Grande Medalha de Ouro, que premeia o Melhor Vinho do Algarve, foi para o Marquês dos Vales Grace Vineyard, de 2012, da Quinta dos Vales.

A Medalha de Ouro foi atribuída a 14 vinhos algarvios, enquanto a Medalha de Prata foi para 12 rótulos (confira a lista de premiados abaixo). Mais uma vez, o painel de jurados não atribuiu qualquer medalha de bronze, uma vez que a pontuação média alcançada por estes vinhos ultrapassou os 84 pontos.

Além da qualidade dos vinhos, confirmada pelas elevadas pontuações, o visual moderno das marcas foi outro fator destacado pelos especialistas, que sublinharam o cuidado dos produtores na apresentação dos seus vinhos.

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Lista final

XI – Concurso de Vinhos do Algarve 2018

Grande Medalha de Ouro: “Melhor Vinho do Algarve”
• Marquês dos Vales Grace Vineyard – Vinho Regional Algarve Tinto 2012
Quinta dos Vales

  • Medalha de OURO:
    • Allma Garve – Vinho Regional Algarve Tinto 2017
    Herdade dos Pimenteis
    • Alvor Mitto – Vinho Regional Algarve Rosé 2017
    Quinta do Morgado da Torre
    • Alvor Sauvignon Blanc – Vinho Regional Algarve Branco 2017
    Quinta do Morgado da Torre
    • Barrocal – Vinho Regional Algarve Tinto 2017
    Casa Santos Lima
    • Cabrita Reserva – Vinho Regional Algarve Tinto 2015
    José Manuel Cabrita
    • Convento do Paraíso – Vinho Regional Algarve Tinto 2015
    Convento do Paraíso
    • Marchalégua – Vinho Regional Algarve Rosé 2015
    Agrolares
    • Marquês dos Vales DUO – Vinho Regional Algarve Tinto 2015
    Quinta dos Vales
    • Marquês dos Vales Grace Touriga Franca – Vinho Regional Algarve Tinto 2015
    Quinta dos Vales
    • Marquês dos Vales Grande Escolha – Vinho Regional Algarve Tinto 2014
    Quinta dos Vales
    • Quinta do Barradas Selecção – Vinho Regional Algarve Tinto 2016
    Rotas Seculares
    • Rabo de Galo – Vinho Regional Algarve Tinto 2017
    Casa Santos Lima
    • Tapada da Torre Reserva – Vinho Regional Algarve Branco 2016
    Quinta do Morgado da Torre
    • Vale de Parra – Vinho Regional Algarve Tinto 2016
    Quinta da Malaca

 

Medalha de PRATA:
• Esquerdino Colheita Selecionada – Vinho Regional Algarve Branco 2017
Quinta do Canhoto
• Euphoria – Vinho Regional Algarve Branco 2017
Convento do Paraíso
• João Clara Negra Mole – Vinho Regional Algarve Tinto 2015
Quinta João Clara
• Malaca Sauvignon Blanc – Vinho Regional Algarve Branco 2017
Quinta da Malaca
• Marquês dos Vales Grace Syrah-Viognier – Vinho Regional Algarve Tinto 2015
Quinta dos Vales
• Marquês dos Vales Seleta – Vinho Regional Algarve Rosé 2017
Quinta dos Vales
• Paxá Reserva – Vinho Regional Algarve Tinto 2015
Paxá Wines
• Porches – Vinho Regional Algarve Tinto 2015
Única – Adega Cooperativa do Algarve
• Quinta da Tôr Algibre – Vinho Regional Algarve Tinto 2015
Quinta da Tôr
• Quinta da Tôr Syrah – Vinho Regional Algarve Tinto 2016
Quinta da Tôr
• Quinta de Ferrel Reserva – DOP Lagos Branco 2017
Herdade dos Seromenhos
• Sentidos Tato – Vinho Regional Algarve Tinto 2016
Quinta dos Sentidos

Por que o Algarve é o destino de praia de moda da Europa? A pergunta não é nossa, mas antes o título do artigo do diário espanhol ‘El Mundo’ sobre a nossa região. “As razões são de sobra” e podem encontrar-se ao longo de todo o Algarve.

O jornal começa por evocar o património mais valioso e mais conhecido: os mais de 200 quilómetros de costa com as muitas e magníficas praias para todos os gostos. E há também parques naturais, vinhas, pomares de laranja, campos de golfe, sem esquecer as pequenas aldeias pintadas de branco. Tudo isto para visitar ao longo dos 300 dias de sol por ano.

“Por todos estes motivos é o momento de descobrir (ou redescobrir) o Algarve”, pode ler-se no artigo que faz um roteiro por locais como a Praia Verde, o interior desde Castro Marim até Loulé, parando em Faro, “tecida à base de ruas e vielas medievais e salpicada por edifícios neoclássicos como o Arco da Vila”.

A natureza algarvia também tem muito para descobrir, como os passeios de barco para ver os golfinhos, observação de aves, rotas de passeios pedestres ou de bicicleta ou passeios a cavalo. E Tavira, com as suas “28.000 almas”, é “um bom ponto de partida para conhecer a arquitetura algarvia, com as suas fachadas brancas, ruas empedradas, varandas com bares e o seu castelo”. E se for pouco, nem a Tavira falta um museu islâmico para reviver o passado árabe.

“No capítulo gastronómico, há que falar de marisco, já que a Ria Formosa é a maior zona de produção de ostras do país”, escreve o ‘El Mundo’. Motivo suficiente para fazer uma paragem na vila tradicional da Fuseta ou para ir até Santa Luzia, a capital do polvo.

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A partir desta pequena povoação próxima de Tavira, que pode embrenhar-se pela Ria Formosa, com os seus 18.000 hectares de “dunas, salinas, matas e ilhas”, uma área natural protegida pela UNESCO. A primeira paragem é a praia do Barril, um antigo arraial da pesca de atum, onde encontra “um cemitério de âncoras criado na areia”. Outra opção é apanhar o barco e percorrer os canais da ria até chegar a um viveiro de ostras ou a uma praia deserta, como a Barreta.

O mosaico romano de Deus Oceano, a peça mais emblemática do Museu Municipal de Faro, foi classificado como de interesse nacional – Tesouro Nacional – em reunião do Conselho de Ministros.

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A classificação surge após a proposta apresentada pela Câmara Municipal de Faro, com a deliberação favorável da Secção de Museus, da Conservação e Restauro e do Património Imaterial do Conselho Nacional da Cultura, e de uma proposta da Direção-Geral do Património Cultural ao Ministério da Cultura.

O mosaico romano do Deus Oceano foi descoberto pela primeira vez nas Ruas Infante D. Henrique e Ventura Coelho, em 1926 e redescoberto e explorado em 1976, pelos arqueólogos Manuel Maia e Maria Maia. Após ter sido restaurado no Museu Monográfico de Conímbriga, passou a constar no Guia dos Museus Municipais, a partir de 1981. Tem uma sala própria no Museu Municipal de Faro.

O presidente da Câmara de Faro já se mostrou muito satisfeito pela classificação. “Estamos todos de parabéns, em particular a equipa do Museu que recuperou o mosaico e procuraram mecenas para os ajudar – com o nosso apoio, claro”, disse o Rogério Bacalhau, em declarações ao jornal ‘Sul Informação’, sublinhando que até agora Faro “nunca tinha tido um Tesouro Nacional”.

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