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As “razões de sobra” para o Algarve ser o destino de moda

Por que o Algarve é o destino de praia de moda da Europa? A pergunta não é nossa, mas antes o título do artigo do diário espanhol ‘El Mundo’ sobre a nossa região. “As razões são de sobra” e podem encontrar-se ao longo de todo o Algarve.

O jornal começa por evocar o património mais valioso e mais conhecido: os mais de 200 quilómetros de costa com as muitas e magníficas praias para todos os gostos. E há também parques naturais, vinhas, pomares de laranja, campos de golfe, sem esquecer as pequenas aldeias pintadas de branco. Tudo isto para visitar ao longo dos 300 dias de sol por ano.

“Por todos estes motivos é o momento de descobrir (ou redescobrir) o Algarve”, pode ler-se no artigo que faz um roteiro por locais como a Praia Verde, o interior desde Castro Marim até Loulé, parando em Faro, “tecida à base de ruas e vielas medievais e salpicada por edifícios neoclássicos como o Arco da Vila”.

A natureza algarvia também tem muito para descobrir, como os passeios de barco para ver os golfinhos, observação de aves, rotas de passeios pedestres ou de bicicleta ou passeios a cavalo. E Tavira, com as suas “28.000 almas”, é “um bom ponto de partida para conhecer a arquitetura algarvia, com as suas fachadas brancas, ruas empedradas, varandas com bares e o seu castelo”. E se for pouco, nem a Tavira falta um museu islâmico para reviver o passado árabe.

“No capítulo gastronómico, há que falar de marisco, já que a Ria Formosa é a maior zona de produção de ostras do país”, escreve o ‘El Mundo’. Motivo suficiente para fazer uma paragem na vila tradicional da Fuseta ou para ir até Santa Luzia, a capital do polvo.

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A partir desta pequena povoação próxima de Tavira, que pode embrenhar-se pela Ria Formosa, com os seus 18.000 hectares de “dunas, salinas, matas e ilhas”, uma área natural protegida pela UNESCO. A primeira paragem é a praia do Barril, um antigo arraial da pesca de atum, onde encontra “um cemitério de âncoras criado na areia”. Outra opção é apanhar o barco e percorrer os canais da ria até chegar a um viveiro de ostras ou a uma praia deserta, como a Barreta.

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