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Algarve é pioneiro em projeto que ensina a comer melhor

A partir do Algarve e respeitando os princípios básicos da Dieta Mediterrânica, a Associação In Loco vai desenvolver um projeto-piloto para ajudar os portugueses a comer melhor e de forma acessível, através de um Observatório de Segurança Alimentar.

O repto lançado pela Direção-Geral de Saúde à Associação In Loco pretende estabelecer um “ambicioso programa de avaliação regional” das práticas alimentares e, em última instância, demonstrar de forma prática “como é simples e fácil proporcional uma alimentação saudável e económica” aos agregados familiares, “tendo como princípios orientadores os da Dieta Mediterrânica”.

A partir de agosto e durante um ano, a Associação vai procurar perceber como se alimenta a população através de 384 agregados familiares escolhidos de forma aleatória. O programa conta com a participação de uma equipa pluridisciplinar “envolvendo nutricionistas, chefs, antropólogos, sociólogos e o apoio empenhado de uma rede regional de técnicos municipais e das entidades privadas e públicas operando na área social”, explica a In Loco.

O objetivo é, segundo Artur Gregório da Associação, “preparar uma espécie de kit de educação e sensibilização alimentar”. Será também editado um livro com receitas e truques para fazer pratos por um ou dois euros, “para que as pessoas possam ter uma alimentação de melhor qualidade e mais económica”.

Este Observatório de Segurança Alimentar pretende ainda criar uma plataforma online onde serão publicados todos os dados recolhidos. “Temos também a responsabilidade acrescida de criarmos uma forma de implementação do projeto de forma a que ele possa ser replicado para todo o País”, acrescenta Artur Gregório.

Neste projeto serão ainda envolvidos a Administração Regional de Saúde, os municípios, as Comissões Locais de Ação Social, a Segurança Social e até a Universidade do Algarve.

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