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Month: Abr, 2018

O Algarve vai hostentar o maior número de bandeiras azuis do País em 2018. A Associação da Bandeira Azul da Europa (ABAE) já revelou a lista de zonas balneares que podem hastear o galardão e na região são 89. Este ano há uma reentrada.

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Como já vem sendo hábito, Albufeira é o concelho do Algarve e do País com maior número de praias com bandeira azul. No total são 25 as zonas balneares que vão ter este estandarte à entrada. Seguem-se Vila do Bispo com 11 praias galardoadas e Loulé com 10.

A praia do Pintadinho, em Lagoa, é a novidade deste ano na região, depois de ter reentrado na lista da ABAE. Ainda neste concelho, a praia do Carvoeiro, recentemente eleita a melhor praia da Europa na lista da European Best Destination, que também coloca a praia da Fuseta, em Olhão, entre as 15 melhores praias do continente, também vão hostentar a bandeira azul.

Além das praias galardoadas, todas situadas na zona costeira, há ainda quatro marinas na região com bandeira azul. São elas as zonas de recreio de Lagos, Portimão, Albufeira e Vilamoura. Confira aqui se a sua praia tem bandeira azul.

O dia 1 de Maio é mundialmente conhecido por ser o Dia do Trabalhador. É um dos mais celebrados a nível mundial, mas no Algarve, a tradição de festejar o primeiro dia do quinto mês do ano já vem de tempos remotos e apresenta diversas manifestações. Entre no espírito e comece o maio em festa com cinco tradições locais.

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‘Maios’ ou ‘Maias’

Uma das tradições mais antigas são os Maios ou Maias, consoante o género, dos bonecos cheios de trapos ou papel de jornal colocados nas ruas, jardins, ou até telhados. Os bonecos são enfeitados durante a noite de 30 de abril para 1 de maio a gosto dos seus executantes, normalmente com flores campestres. Mas também podem ter um caráter crítico ou até satírico. É um elemento de modernidade da antiga tradição romana, que comemorava a primavera e a fecundidade, prestando culto à natureza.

‘Atacar o maio’

Manda a tradição que no primeiro dia do mês se deve ‘Atacar o Maio’. A tradição nada tem de violento, mas antes é extremamente muito saborosa. Devem-se comer figos condimentados com erva-doce ou outros frutos secos. Obrigatório é o copo de aguardente de medronho.

Festas populares

As festas populares são outro ponto importante para festejar este dia. Por diversas aldeias do Algarve, em particular do interior, há festejos tradicionais, com muita animação. E se não houver festa, há de certeza um bailarico em qualquer lado ao som de música popular.

Caracóis

Outra das tradições mais caraterísticas desde dia é um verdadeiro festim para os amantes do petisco: comer caracóis! Por todo o lado, cafés e restaurantes servem estes pequenos seres. Se não gostar, junte-se no convívio!

Piqueniques

Maio é tempo de primavera e de bom tempo. Por isso, este dia é também um momento ideal para fazer piqueniques, normalmente no campo. Prepare a merenda e embrenhe-se nas paisagens campestres do Algarve.

Tal como Silves se estende desde as águas do Atlântico até aos montes da Serra, passando pelas terras férteis do Barrocal, a mesa apresentada ao concurso nacional ‘7 Maravilhas à Mesa’ pretende materializar os produtos, tradições e cultura gastronómicas ‘Da Serra ao Mar’.

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Como primeira sugestão para esta mesa, Silves apresenta uma feijoada de buzinas, que combina os sabores marítimos com os frutos da serra. Javali, um dos elementos gastronómicos mais apreciados na zona da serra, é o ingrediente principal de um ensopado, que vai bem acompanhado com uma salada de rúcula, agrião, hortelã e laranja.

Enquanto capital da Laranja, Silves não podia deixar de dar destaque a este produto que marca o território do barrocal, beneficiando das suas caraterísticas edafo-climáticas únicas. É neste concurso apresentado como o produto endógeno.

Nesta mesa não podem faltar os vinhos, produzidos nas terras das inúmeras quintas de Silves. Há rosés, brancos e tintos, ao gosto de cada um para acompanhar os diferentes pratos.

É uma das notáveis obras de arquitetura militar que os árabes deixaram, com mais de mil anos de existência rodeado por uma forte muralha em taipa, revestida a arenito vermelho”. Não podia ser de outra forma que Silves descreve o seu castelo, que apresenta a concurso como roteiro histórico e cultural.

O concurso7 Maravilhas à Mesa arranca em julho nas noites de domingo na RTP e termina em setembro com a eleição da melhor mesa de Portugal. O Algarve tem a concurso oito mesas, que podem ser selecionadas para a final através do voto do público.

O Algarve é sobejamente conhecido e reconhecido pelas suas praias e até já foi distinguido com o prémio de Melhor Destino de Praia da Europa. Agora, são duas praias particular que estão em destaque. A European Best Destination (EBD) anunciou a lista das melhores zonas balneares da Europa e duas ficam na região. Uma é mesmo a melhor praia da Europa.

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Chama-se Carvoeiro e dispensa apresentações. A praia situada no concelho de Lagoa é cartão de visita da região e a melhor praia da Europa. Para a EBD, “o Carvoeiro é provavelmente um dos locais mais bonitos” da Europa e “o mar é lindo, a água não é nem muito quente nem muito fria, as ondas podem ser fortes ou suaves o suficiente para fazer paddle e descobrir as grutas em redor”.

A mesma instituição dedicada ao turismo e com sede em Bruxelas alerta para o risco de “decidir esvaziar a conta bancária, livrar-se do bilhete de ida e volta e ficar neste cantinho do paraíso para o resto da vida”.

Na lista das 15 melhores praias da Europa, há outra algarvia, menos badalada, mas igualmente bonita e merecedora de uma visita. A EBD sublinha que “Portugal é o país das dez mil paisagens” e a praia da Fuseta, em Olhão, é um cenário imperdível. A partir de Faro ou de Olhão, é possível apanhar o barco para a Ilha da Fuseta “com praias de areia fina, águas calmas de azul-turquesa e uma paisagem doce”.

O projeto que vai dar a conhecer os Banhos Islâmicos de Loulé está quase concluído. Este património único na Península Ibérica está a ser alvo de um trabalho de recuperação e musealização e um dos grandes atrativos é a sua apresentação aos visitantes em 3D.

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Descobertos em 2006 no interior da ‘Casa das Bicas’, os Banhos Islâmicos de Loulé estão datados dos sécs. XII e XIII e são os únicos vestígios do género em todo o País. O levantamento a 3D foi realizado por Martino Correia, do Campo Museológico de Mértola, a pedido da Câmara de Loulé. “Será reconstruído o aspeto que aquela estrutura teria e da zoa envolvente”, explicava há dois anos o arqueólogo. Sobre o projeto, Martino Correia avançava que os visitantes “poderão explorar e consultar animações e explicar cada uma das divisões”.

Entre os objetivos iniciais do projeto estava também escavar a fornalha e a sala fria, que que contribuiriam para “a primeira planta completa de banhos islâmicos públicos na Península Ibérica”. Durante as escavações não foi possível alcançar a fornalha, uma vez que isso implicaria mexer numa casa do séc. XV, mas o aprofundamento dos vestígios da sala fria serão uma realidade, através de um projeto avaliado em 1 milhão de euros, já com parecer positivo da Direção Geral do Património, e que deve estar concluído dentro de dois anos.

O Algarve é destino de muitos estrangeiros para viver ou passar férias. E são vários os argumentos que conquistam muitos visitantes, quer para viver ou simplesmente para conhecer durante alguns dias. O jornal brasileiro ‘O Globo’ andou pela região e faz eco das maravilhas da região.

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Num primeiro artigo, ‘O Globo’ sublinha que o Algarve foi escolhido nos últimos quatro anos como o melhor destino para reformados e aponta os motivos: “qualidade de vida, sistema de saúde que funciona, impostos baixos, natureza, segurança e o clima. No Algarve, o sol brilha, em média, 300 dias por ano”. “São mais de cem mil aposentados de várias partes do mundo em toda a região do Algarve”, adianta o mesmo diário online.

Mas o Algarve também conquista quem chega pelas suas belezas naturais, “Algarve, no sul de Portugal, poderia ser um pedaço do paraíso”, pode ler-se noutra reportagem, que destaca a costa desenhada por falésias, que escondem praias deslumbrantes, como a praia do Pontal.

As formações rochosas do Algarve guardam muitas surpresas. São muitas as grutas na região. A que é considerada a mais bela de todas é a gruta de Benagil, um dos cartões postais de Portugal. Já a gruta mais longa do Algarve é de Alfanzina”, pode ainda ler-se no artigo.

Depois de semanas de mau tempo, o sol está de volta e promete ficar. Com temperaturas amenas e dias longos, as praias voltam a ser um destino ideal para relaxar. O jornal britânico ‘The Telegraph’ fez uma lista das 20 praias desertas na Europa que merecem uma visita ainda antes do verão e, claro, uma fica no Algarve.

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É ela a praia do Amado, situada em plena Costa Vicentina, perto da Carrapateira. Este é um destino muito apreciado pelos amantes do surf, que aqui se fazem às ondas durante todo o ano. Mas nesta época do ano, são poucos os turistas e a temperatura média ronda os 22ºC. Além da praia, o jornal recomenda também um passeio pelas vilas da região.

Nesta lista, tem ainda lugar outra praia portuguesa. Trata-se da praia de Dunas, próxima de Peniche, e também muito conhecida entre os surfistas. Ainda assim, a temperatura média é mais baixa da que é registada no Algarve.

E já que está na Costa Vicentina, aproveite para descobrir a Rota Vicentina, a pé ou de bicicleta, por trilhos recomendados, que o vão levar a descobrir fauna e flora num dos habitats mais naturais da Europa.

Há várias décadas que o Algarve é mundialmente famoso pelo sol e praia. As imagens de postal têm corrido mundo e trazido muitos viajantes à região, que tem procurado mostrar outros atributos como a boa comida. E a estratégia está a resultar. O jornal brasileiro ‘Diário do Nordeste’ faz esta sexta feira destaque de como bem se come por cá.

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Algarve desponta como maior destino gastronómico de Portugal” assim se intitula o artigo que começa por sublinhar que “a cozinha portuguesa é uma velha conhecida dos brasileiros”, mas há mais para além de bacalhau. O interesse pela gastronomia local prende-se com a atribuição das estrelas Michelin a restaurantes. “E é no Algarve que fica a maior parte deles”, pode ler-se.

“Algarve conta atualmente com oito restaurantes reconhecidos com estrelas do tradicional guia Michelin”, escreve Marlyana Lima, autora do artigo, que enumera os espaços distinguidos: Gusto, Vista, Henrique Leis, Bon Bon, Ocean, São Gabriel, Vila Joya e Willie’s.

Recorde-se que o Algarve tem atualmente 8 mesas candidatas ao concurso ‘7 Maravilhas à Mesa’, que prestam homenagem aos sabores tradicionais do mar e da serra.

Já este verão, os banhistas podem contar com mais uma praia no Sotavento algarvio. A praia de Verdelago fica entre as praias de Altura e Verde e é a novidade apresentada pela Câmara de Castro Marim.

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A nova zona balnear já existia sob o nome de praia das Primas, mas não estava integrada nas zonas concessionadas da praia de Altura. Após uma alteração simplificada ao Plano de Ordenamento da Orla Costeira Vilamoura-Vila Real de Santo António (POOC), a praia do Verdelago passa a contar com unidades balneares, sistema de vigilância e assistência a banhistas, desportos e atividades de recreio náutico e outros serviços complementares.

Com estas medidas, a autarquia perspetiva “a disponibilização aos utentes das praias de Castro Marim de um maior nível de segurança e conforto numa extensão de costa mais alargada”.

De recordar que além das praias costeiras, Castro Marim pretende ainda criar uma zona balnear na barragem de Odeleite, com a existência de um Centro de Atividades Náuticas, que dê maior dinamismo à zona interior do concelho

A mesa Monchique é fruto de saberes e de usos e costumes seculares transmitidos de geração em geração e mantém o genuíno gosto da tradição”. É assim que se apresenta a mesa de Monchique, uma das oito finalistas algarvias ao concurso nacional ‘7 Maravilhas à mesa’. O porco, a carne de caça e, naturalmente, o medronho são os grandes destaques desta mesa.

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Para esta mesa, Monchique apresenta o pão caseiro, “amassado à mão com pouco fermento e cozido em forno de lenha”, que “pode ser comido durante uma semana”. É a partir deste elemento que surge a entrada, uma tiborna de chouriça, que vem de “uma tradição durante as matanças de porco”. O prato é feito com pão caseiro e chouriça de porco preto em cima, indo ao forno poucos minutos temperado com oregãos.

Para sopa, “base tradicional de alimentação de Monchique”, é apresentada a sopa de feijão com legumes da época. O prato principal é inspirado nas “caraterísticas geomorfológicas da Serra”, que “permitem a coexistência de um grande número de peças de caça, como a perdiz, o coelho, o javali e o veado”.

As Mesas candidatas devem sempre incluir um produto endógeno e Monchique sugere milhos aferventados, “dada a originalidade e antiguidade na preparação dos milhos, a sua morosa e antiga forma de cozinhar onde é misturada cinza na sua confeção”.

No capítulo das bebidas, não podia ser senão a aguardente de medronho como sugestão, um ex-libris da cultura local, que é também o motivo do roteiro turístico, que pretende ser “um valioso contributo na promoção e preservação deste produto de invulgar qualidade contando já com cerca de uma centena de destilarias”.

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