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Month: Set, 2017

 

Uma nova espécie de marisco foi encontrada no rio Guadiana. Investigadores do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve descobriram no estuário exemplares do caranguejo-azul, uma espécie natural da costa leste da América do Norte.

A espécie, também conhecida por ‘siri’ foi encontrada pela primeira vez no estuário do Rio Guadiana em junho por pescadores locais, que ficaram surpreendidos com a presença do caranguejo a mais de sete mil quilómetros do seu habitat natural.

Esta foi a primeira vez que a espécie foi registada no Guadiana, mas já antes foi encontrada nas águas do estuário do rio Sado. Os investigadores acreditam que “estará numa fase de expansão na nossa costa, depois de provavelmente ter navegado enquanto larva, nas águas de lastro de um navio que cruzou o Atlântico”.

Apesar de haver riscos para as espécies nativas, a presença do caranguejo-azul pode transformar-se numa oportunidade comercial. A falta de predadores leva a que “a pesca seja a principal ferramenta no controlo da sua densidade, aliviando a pressão sobre outras espécies locais que estão em dificuldades de sobrevivência. “Novas alternativas de consumo deste tipo de espécies estão também a ser estudadas com chefs de restaurantes algarvios”, acrescenta o CCMAR, em comunicado, adiantando que está disponível para desenvolver “parcerias tecnológicas e científicas com qualquer setor da indústria pesqueira”.

A existência do caranguejo-azul no estuário do rio Guadiana é apenas mais um episódio no aparecimento de espécies vindas de outras partes do globo. Nos últimos anos, estas descobertas têm-se intensificado com mais de uma dezena de espécies registadas, entre as quais peixes, amêijoas, alforrecas ou camarões.

Sim, é verdade. Já estamos no outono, mas as temperaturas ainda cheiram a verão e convidam a sair de casa e fazer uma escapadinha. E se não teve oportunidade durante as férias estivais, esta é uma boa altura para se fazer à estrada e descobrir aqueles locais que marcou no mapa para visitar.

Costa Vicentina – Partir à descoberta da Costa Vicentina é partir à aventura para outro mundo, bem diferente do restante Algarve e ainda mais diferente do resto do País. Este é um ecossistema único na Europa e para descobri-lo o melhor é percorrer os trilhos da Rota Vicentina, onde vai encontrar plantas e animais únicos, e na maior parte do caminho com vista para o mar. E não se esqueça de experimentar os percebes em Vila do Bispo, ou a batata-doce de Aljezur.

Monchique – Ali bem perto da Costa Vicentina e do mar, esconde-se um paraíso verde. Monchique é também o nome da serra que conserva águas termais e produz produtos fantásticos como mel, enchidos e medronho. Tudo isto para saborear no ponto mais alto do Algarve, a Fóia, que oferece uma vista desde Albufeira até à serra da Arrábida, em dias bons.

Ria de Alvor – Praia, canais, lagoas e sapais confundem-se aqui num só cenário. Ao longo dos seus 1500 hectares, existe um conjunto de habitats naturais e semi-naturais com grande diversidade de fauna e flora. E além de puder degustar os deliciosos mariscos vindos da ria, pode também observar as dezenas de espécies de aves que aqui habitam ou que para aqui migram durante o outono.

Loulé – Entre o mar e a serra, há pequenos paraísos para descobrir. Loulé tem o dom de conservar as típicas aldeias de casario branco, como Alte, Salir ou Querença. Entre uma e outra, há tempo e tranquilidade para apreciar o melhor que o Barrocal algarvio tem para oferecer. E visitar as fontes que dão outro encanto à paisagem.

Tavira – À beira da Ria Formosa plantada, Tavira é no outono tomada de assalto pela tranquilidade que se faz ouvir no canto dos grilos. Um passeio pelo campo ou pelos canais da Ria Formosa são pontos obrigatórios numa agenda, que não dispensa algum tempo de relaxe nas praias agora quase desertas.

Guadiana – Quando sugerimos Guadiana também nos estamos a referir ao rio, mas não só. Longe dos dias quentes de verão, Castro Marim e Alcoutim estão agora prontos para o receber. No primeiro pode deleitar-se com a vista e visitar as salinas. Depois apanhe um barco e observe toda a zona ribeirinha de Vila Real de Santo António até Alcoutim, onde se pode deleitar com a paz do casario branco e com uma gastronomia que junta o rio e a serra.

Albufeira vai ter um Centro Interpretativo de boas energias a criar no Parque do Cerro de Malpique, onde já está a funcionar o moinho tradicional.

O Centro Interpretativo vai ser criado pelo arquiteto José Alberto Alegria e pretende ser um parque de divulgação das energias renováveis. O projeto respeita as caraterísticas geológicas do local e as tipologias estruturais existentes.

Para levar a cabo o projeto, será usada a edificação existente que gozam de eficientes práticas de ventilação e iluminação natural, mas serão dotados dos mais recentes equipamentos de produção de energia renovável, com balanço energético próximo do zero.

O espaço exterior também não é deixado ao acaso. O Parque vai contar com uma mancha verde de espécies autóctones, acompanhadas do elemento água. Para os visitantes, serão criados percursos pedonais de acesso e visita ao longo da escarpa do cerro, para a observação de espécies vegetais existentes.

Entretanto, o Moinho do Cerro de Malpique já pode ser visitado pelo público. O espaço inaugurado há um mês, foi integrado no programa de escolas e recebe também marcações para visitas.

27 de setembro é o Dia Mundial do Turismo, um setor que está tão impregnado no Algarve que já se confunde com a própria região. E o turismo está a crescer. Aos tradicionais sol e praia, que continuam a ser atrativos suficientes para cativar milhares de pessoas todos os anos, há outros segmentos que cada vez mais assinam uma marca importante neste setor.

O turismo histórico e o de natureza são aqueles que apresentam maiores aumentos de procura. Os turistas procuram também conhecer o património cultural da região e são muitos os que já são vistos a explorar trilhos e percursos ora a pé, ora de bicicleta. Este turismo estende-se ao longo das épocas mais amenas da primavera e outono, contribuindo para atenuar os efeitos da sazonalidade.

E o turista está cada vez mais exigente. Ao encanto dos alojamentos, procuram também nova oferta gastronómica e com maior qualidade. Não é por isso de estranhar que o Algarve seja cada vez mais uma opção para diferentes tipos de turistas, que encontram diversas ofertas que têm na Região de Turismo do Algarve (RTA) um chapéu, através da promoção e compilação de alternativas ao sol e à praia.

O sucesso das estratégias é comprovado com os números. Até julho, a região registou quase 11 milhões de dormidas, um aumento de 7,3% face ao mesmo período do ano passado. Até ao final do ano, a RTA espera que o número de pernoitas ultrapasse os 20 milhões, um número que será um recorde absoluto.

Porém, as novas ofertas e a multiplicidade de programas turísticos levam à necessidade de estruturar o turismo. A Organização Mundial do Turismo designou este como o Ano Internacional do Turismo Sustentável e Desidério Silva, presidente da RTA, realça a importância de manter essa rota. “É com satisfação que o Algarve se tem assumido como um destino modelo no que toca à sustentabilidade turístico. Ao longo dos anos, temos vindo a focar os nossos esforços na consciencialização dos agentes do setor e da população em geral sobre a importância do turismo sustentável. Um aumento do número de turistas deve ser acompanhado por um cuidado redobrado no que toca à proteção ambiental e social, à preservação da cultura, dos recursos naturais, do património histórico”, afirma em comunicado.

“É, pois, necessário encontrar o equilíbrio que nos permite receber mais turistas, satisfazendo as suas expetativas, e ao mesmo tempo assegurar uma melhor qualidade de vida para a população local”, sublinha ainda o responsável.

Este dia deve também servir para “aumentar a consciencialização sobre a contribuição do turismo sustentável para o desenvolvimento, ao mesmo tempo que mobiliza todos os agentes do setor para que trabalhem juntos para um crescimento positivo e harmonioso do Algarve”, pode ler-se ainda na mesma nota.

A fama do polvo algarvio é reconhecida e não só pelos deliciosos pratos gastronómicos. Há toda uma cultura associada a este molusco que volta a ser celebrada em mais uma Semana do Polvo em Quarteira, Loulé.

A iniciativa da Associação de Empresários de Quarteira e Vilamoura arranca a 28 de setembro com a inauguração de esculturas de polvos no Passeio da Marina de Vilamoura feitas pelos seniores da Academia do Saber com recurso ao uso dos mais diversos materiais. Também os alunos do curso de fotografia da Escola Dra. Laura Ayres foram convidados a dar o seu contributo e os dez melhores vão ver as suas fotografias expostas na Rua Vasco da Gama de 29 de setembro a 8 de outubro.

Um dos pontos de agenda mais aguardados é o início da mostra gastronómica, que arranca a 30 de setembro em dezenas de restaurantes. Todos os espaços vão ter nas suas ementas diferentes pratos de polvo, alguns dos quais criações para o certame. Para promover os seus pratos, é criado um menu que inclui sobremesa e café por 15€. A lista de restaurantes e respetivas receitas podem ser consultada na página do organizador do evento.

A mostra gastronómica inclui ainda um concurso dinamizado entre os espaços aderentes. A melhor receita será apurada através da combinação entre as escolhas de um júri especializado (70%) e os votos dos degustadores das receitas (30%).

Nesta iniciativa, a população é também convidada a elaborar os seus pratos num Concurso de Receitas, que será levado a cabo na cantina da Escola Dra. Laura Ayres, no dia 30. Caberá às entidades parceiras do certame a escolha do prato mais delicioso e do respetivo vencedor, que será galardoado com um prémio monetário.

Ao longo da semana, vão também decorrer várias iniciativas gastronómicas. O chef José Domingos vai cozinhar ao vivo pelas 09:30 de 5 de outubro, em frente ao mercado de Quarteira. Dois dias depois, o chef Abílio Guerreiro vai estar às 10:00 em Vilamoura vai comandar um show cooking.

“A Semana do Polvo pretende promover o património gastronómico da região, contribuir para a economia local através do estímulo ao consumo e divulgar projetos que promovam o setor das pescas, das entidades organizadoras e entidades parceiras”, sublinha a Associação Armalgarve Polvo em comunicado. A iniciativa inclui ainda diversos espetáculos apresentados pelas associações locais.

Lagos é uma das melhores praias do mundo para a prática de surf. A distinção é atribuída pela conceituada revista ‘National Geographic’, que coloca a cidade do Barlavento lado a lado de outros destinos de todo o mundo.

A revista internacional justifica a escolha da cidade por ser “abençoada com as ondas de este e sul”. Além desta qualidade, não só Lagos como o Algarve são pólos de animação constante durante todo o verão.

Lagos acolhe visitantes de todo o mundo e é procurado não só pelas suas ondas, mas também pelas praias, cultura, património, gastronomia e tradições. E quer a cidade, quer a região, denota a revista, atraem todo o tipo de surfistas, desde os mais sociais até aos que preferem retirar total proveito das ondas.

“Apesar de existirem outras localidades e regiões que têm obtido grande destaque nesta modalidade, esta distinção num meio de comunicação internacional com esta visibilidade é um prémio de reconhecimento pela aposta que Lagos, o Algarve e os restantes municípios têm feito na diversificação e valorização desta região enquanto destino turístico de excelência”, sublinha a autarquia de Lagos.

A ‘National Geographic’ aconselha igualmente uma visita à vila de Sagres, para experimentar a gastronomia local, em particular o peixe fresco.

O verão é por excelência a época do ano em que mais visitantes viajam para o Algarve, mas a região tem muito mais para oferecer noutras alturas do ano, como no início do outono. O AlgarveAdviser elabora uma lista de cinco motivos que explicam as vantagens de visitar o Algarve nesta época. Podiam ser muito mais, mas não podemos revelar todos os segredos de uma só vez!

1 – Clima muito agradável

A meteorologia no início do outono costuma ser muito amiga do Algarve, com dias soalheiros e temperaturas máximas alguns números acima dos 20ºC. Sem o calor de outros tempos, é possível passar uns dias muito agradáveis de descanso e relaxe. Por outro lado, as noites ainda não estão muito frias, o que permite uma ida até à esplanada quando a lua já vai alta. Para este início de outono, as previsões apontam para temperaturas sempre acima da média.

2 – Mais espaço nas praias

Praias com espaço livre não faltam por esta altura. Os veraneantes apreciadores de dias muito quentes já partiram, bem como as famílias que nesta época já têm os filhos nas escolas. Por isso não se admire que veja extensos areais com muito espaço para colocar a toalha sem ouvir a conversa do vizinho. Com as temperaturas amenas e a água do mar ainda com temperaturas razoáveis, não pense duas vezes e deixe-se embalar com o som das ondas.

3 – Restaurantes e bares com mais mesas

Depois de um verão intenso, o ‘sururu’ nos restaurantes, bares e esplanadas é por esta altura muito menos. Encontrar uma mesa não será uma tarefa nem árdua, nem duradoura. E tem ainda a vantagem de puder continuar a consumir produtos locais frescos, como o peixe, os mariscos e outras espécies que tanto enriquecem este mar. E pode sempre desfrutar de uma bebida ao entardecer com a tranquilidade que o outono traz.

4 – Atividades físicas ao ar livre

As atividades físicas ao ar livre são agora privilegiadas. Com as temperatura mais amenas, já não é preciso levantar cedo ou esperar pelo final do dia para fazer bem pela sua saúde. Pode aproveitar as ecovias ou as ciclovias que existem já em bom número e com bons traçados para caminhadas ou passeios de bicicleta. O golfe, apreciado por muitos visitantes, é também uma boa opção nesta altura, bem com atividades marítimas que precisem de ondulação e algum vento.

5 – Preços mais acessíveis

Este continua a ser um dos fatores mais determinantes quando se pretende tirar uns dias de descanso. Depois da época alta, os preços tendem a baixar e a tornarem-se mais acessíveis. Os alojamentos têm à disposição uma oferta mais económica e também mais vasta devido à diminuição da procura. Se gosta de uma janela com vista para os areais e para o azul do Oceano, não hesite e faça já a sua reserva.

Já são conhecidos os vencedores dos Publituris Travel Awards 2017 e cinco prémios vêm diretos para o Algarve. Hotéis, golfe e o turismo regional foram os premiados numa cerimónia organizada pela revista do setor ‘Publituris’, que escolheu os melhores operadores de viagens a atuar em Portugal e que decorreu esta quinta-feira, em Óbidos.

No segmento de hotelaria, foram três os vencedores. O Dom José Beach Hotel, em Quarteira, foi eleito o melhor Hotel de Três Estrelas, o Vila Vita Parc Resort & Spa, em Porches, conquistou o galardão de Melhor Hotel Resort e o Martinhal Sagres Beach Family Resort Hotel, em Sagres, venceu na categoria Melhor Hotel de Praia.

O golfe, um dos segmentos turísticos mais procurados na região e mais reconhecidos, também esteve em destaque. A combinação de votos entre as escolhas de um júri de especialistas e da votação do público da ‘Publituris’ deu ao Onyria Palmares o galardão de Melhor Campo de Golfe.

O quinto prémio vem distinguir a entidade que une estes e outros segmentos do turismo: a Região de Turismo do Algarve, que conquistou o galardão pelo segundo ano consecutivo. O presidente da entidade confessou que “não estava nas nossas expetativas receber este prémio”, e deixou uma mensagem para às restantes Regiões de Turismo nomeadas, em particular a do Centro: “Queremos felicitar os nossos colegas das outras regiões, mas em especial ao Centro com um abraço solidário”.

Desidério Silva sublinhou também a importância do turismo na economia, parabenizou os vencedores e apontou os caminhos a seguir pelo setor: “O turismo tem levantado a economia do País, feito conseguido por todos, empresas pública e privadas. Uma palavra especial para os intervenientes que aqui venceram da região do Algarve que são referências, não só a nível nacional como internacional. A formação e a qualificação são as apostas de futuro para melhorar ainda mais o turismo nacional”.

Quem visita Aljezur, tem agora mais pontos de interesse para descobrir. Há um núcleo museológico, uma escultura e até um novo charme na Igreja da Carrapateira.

Vilarinha é um dos locais a visitar. A aldeia da freguesia de Bordeira tem agora um espaço museológico na antiga escola primária: a Réplica de Sala de Aula do tempo do Estado Novo. Para criar este núcleo que aviva a memória de gerações recentes, foram realizadas obras interiores e exteriores, recuperando a utilidade de um espaço outrora com muita vida.

Fado, Património Imaterial da Humanidade, também não é esquecido, numa dupla homenagem. O escultor Carlos Bajouca criou uma peça que une a viola à guitarra portuguesa para dar visibilidade a este estilo musical único e ainda homegear os antigos presidentes da Junta de Freguesia da Bordeira, João Santos e Manuel Seromenho, entretanto falecidos.

E para descobrir o último local, aconselhamos a visitá-lo a partir do pôr-do-sol. É que a Igreja da Carrapateira tem agora mais encanto com uma iluminação panorâmica envolvente. São luzes que agora lhe dão ainda mais encanto e charme.

Diz o ditado que ‘os homens conquistam-se pelo estômago’. A máxima popular aplica-se à nova estratégia do Algarve que pretende conquistar os turistas com as melhores iguarias da gastronomia local, acompanhadas pelos vinhos.

‘Algarve Cooking Vacations’ tem como grande objetivo afirmar a região como um destino de excelência para o turismo gastronómico. O projeto pretende realizar programas com aulas de aprendizagem culinária e enológica que durem entre três a sete dias. O objetivo final é colocar o Algarve nas listas de férias culinárias e enológicas.

Para já, vai ser feito um estudo de mercado, que indique as tendências e o perfil de turista. Para contribuir nesta pesquisar, especialistas e operadores em turismo culinário e enológico vão estar no Algarve para a realização de dois workshops.

A segunda parte do programa, que arranca no início de 2018, vai debruçar-se sobre a preparação de programas que, além das condições básicas de alojamento, inclua também demonstrações culinárias, visitas a mercados e produtores, entre muitas outras opções. Outra meta do programa passa pela edição de dois livros: um dedicado à gastronomia com 60 receitas típicas e de autor, e outro com a ficha técnica de 150 vinhos produzidos na região.

A maioria das ações deverá ser concretizada no outono e na primavera, de modo também a combater a sazonalidade do turismo na região. E apesar de ser um segmento de turismo de massas, é um nicho que atrai cerca de um milhão de pessoas que o Algarve quer conquistar e fidelizar.

Numa altura em que região se encontra em alta no turismo, com expetativas recordes de 20 milhões de dormidas para este ano, Desidério Silva, presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), realça a importância da inovação. “Temos de fazer muito mais do que apenas consolidar dois produtos (sol & praia e golfe), porque os turistas já não procuram o Algarve só para ficar no hotel. O turismo de natureza, o cycling, o património e a cultura têm contribuído para esse crescimento”, sublinhou, lembrando outras apostas das entidades oficiais que já estão em marcha.

A nova aposta para diversificar o turismo da região tem uma duração de dois anos e é promovido pela RTA, Associação de Turismo do Algarve e Tertúlia Algarve. O investimento é de 500 mil euros, comparticipado em 60% pelo CRESC Algarve 2020.

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