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Month: Ago, 2017

“Mesmo sem sair da praia e das principais zonas turísticas podemos encontrar natureza no Algarve em estado puro”. É este o convite lançado pela GoodYear, através do seu site de viagens ‘Quilómetros que Contam’. Para este verão, são recomendadas 11 sugestões sem se afastar do mar.

“Fizemos a costa algarvia, sem fugir aos aglomerados, e fomos surpreendidos com a facilidade como a natureza ainda vibra”, pode ler-se no artigo publicado no blog de viagens, que esclarece que os locais escolhidos “ficam a poucos minutos da beira-mar e que mostram que há sempre um outro país”.

“Do topo das arribas da Costa Vicentina espreitam dunas a que os locais chamam de “medos”. Aqui e ali surgem rochas que resultam do afloramento da duna fóssil”. É precisamente na Costa Vicentina que arranca esta viagem com visitas às Praias da Amoreira, onde é recomendado um percurso pelo passadiço entre as dunas da praia, do Monte Clérigo, onde se aconselha observar os lagartos que comem escaravelhos e borboletas que povoam as duas, do Telheiro, onde se vêm crescer ervas aromáticas indispensáveis para gastronomia local, e Cabo de São Vicente, que “sob a influência do Norte de África, do Mediterrâneo e do Atlântico, é uma região de uma diversidade notável”.

Seguimos depois para a costa sul do Algarve, até à Ponta da Piedade, em Lagos, onde se encontram “uma sucessão de miradouros e pontos de vista que merecem bem o nosso tempo”.

A sexta sugestão é a Ria de Alvor, “a maior zona húmida do Algarve”. Aqui “há pequenas lagoas, dunas, sapais e salinas, ombreados pelos bosques e campos que seguem para o interior” e ainda uma série de aves que “percorre estes céus em qualquer altura do ano”. Ali bem perto, o Estuário do Arade merece uma visita se encontram diversas espécies de aves, colónias de morcegos em grutas de calcário e 88 espécies de peixe sob a água.

A caminho do Sotavento, a praia dos Salgados é uma pérola a descobrir. Neste local passam regularmente mais de cinco mil aves aquáticas de cerca de 60 espécies diferentes, muitas das quais nidificação ali no inverno. Ali perto, o Trilho de São Lourenço permite passar entre os sapais e pelo campo de golfe antes de chegar à praia. Importa ainda conhecer os esteiros salinos no lado marítimo do campo de golfe e visitar os observatórios de aves existentes.

Um roteiro pela natureza algarvia não podia acontecer sem visitar a Ria Formosa, em particular a Ilha da Barreta, uma zona que, apesar da pressão turística, “tem-se mantido relativamente intocada e bem protegida”, com uma variedade de habitats. E depois há ainda amêijoa, lingueirão, berbigão e mais de 140 espécies de peixes. As aves também costumam ali fazer uma paragém obrigatória.

A terminar esta viagem, chegamos à Mata Nacional de Vila Real de Santo António. “O acesso à mata é realizado através da estrada que liga Vila Real a Monte Gordo e é um curioso refúgio na azáfama de verão”, pode ler-se no artigo, que revela que aqui se pode encontrar camaleões ao longo de um percurso de 5km que percorre toda a mata. “Esta vegetação é fulcral para a zona, ajudando a fixar dunas, a controlar os ventos marítimos e a biodiversidade da região”, remata o artigo.

One hundred years ago, Culatra Island Hangars had an important role as a naval aviation center for the anti-submarine fight of the national enemies of the First World War. It is this memory that will now be preserved with the inauguration of an on-site monument and the signing of a protocol.

To mark the centenary of the Algarve Maritime Aviation Center (1917-2017) “and the memory of Portugal’s efforts in the Great War,” a protocol will be signed between the Association of Residents of Hangars and the Portuguese Navy to ” Collective in an area as sensitive today as it is the achievement of peace and participatory democracy. ”

The Maritime Authority and the Portuguese Navy will also sign an agreement that provides “the capacity of better accessibility of civilians to the military bridge”.

The nucleus of the Culatra Hangars comes near the end of World War I, when France there found the ideal place for the landing of seaplanes that fought against the submarines. Two masonry hangars were then built, naming this place on the Island.

More than a decade after the end of the War, the first inhabitants of this area arrived there. As of the 1940’s, the Portuguese Navy Ministry rented space to the Autonomous Council of Ports of Leeward, which used the site as a coal storage center.

Then the policemen came and stayed at the Hangar site, as was already known. In the 60s, a new function: the Ministry of the Navy creates a training camp for the inactivation of explosives and demolition. It was due to close in 1998. Only the residents resisted over the decades.

O Museu Municipal de Lagos vai reabilitar e aumentar o espaço das suas instalações. O projeto vai arrancar a 1 de setembro e prevê-se que esteja concluído até ao início de 2019. Até lá, apenas a Igreja de Santo António se mantém aberta ao público.

A primeira parte do projeto passa por retirar e manter em segurança todas as coleções do museu, num trabalho de muita minúcia, e tratar todas as peças que apresentam maiores fragilidades. Depois, avançam as obras de remodelação e beneficiação arquitetónica do atual edifício, para reforço de estruturas e uniformização de coberturas. O projeto continua com a ampliação do museu ao edifício da antiga cadeia e a um edifício contíguo localizado na Rua de São Gonçalo de Lagos, onde será instalado um novo Núcleo de Arqueologia, criados espaços técnicos e de serviço educativo.

O projeto agora apresentado completa a obra que tinha começado com a reabilitação da Igreja de Santo António, que se manterá aberta durante a realização de obras. O bilhete para este espaço custará 1,5 euros e obedece aos habituais descontos. O projeto terá um custo de 3.421.845 euros, que será comparticipado com apoios de fundos comunitários.

Com 87 anos de vida, o Museu Municipal Dr. José Formosinho conserva coleções multidisciplinares de grande valor histórico e cultural e têm atraído um público muito variado. Além de um valioso acervo arqueológico, a Etnografia e a História Natural são outras áreas com uma importante presença no Museu, que continua a receber doações individuais.

Paderne é finalista do concurso ‘7 Maravilhas de Portugal – Aldeias na categoria Aldeias Rurais. Depois de ter passado a semi-final, a aldeia de Albufeira candidata-se agora a um título maior e as votações começam este domingo e estendem-se até 3 de setembro.

De caráter marcadamente rural, a aldeia tem como grande símbolo o Castelo de Paderne, construção de origem muçulmana, cujas muralhas em taipa militar são um exemplar único deste tipo de arquitetura militar na Península Ibérica. Da fortificação fazem ainda parte uma ponte medieval e duas cisternas, uma de construção almóada e outra posterior à Reconquista cristã.

As ribeiras de Algibre e de Quarteira são outro ponto de interesse da região, que sempre teve na agricultura e na pastorícia os seus principais meios de subsistência. A abundância de água contribui ainda para a criação de um habitat que oferece condições excecionais para a fixação de espécies únicas. Estas condições levaram a aldeia a integrar a área de proteção da Rede Natura 2000.

As qualidades desta aldeia rural situada num concelho marcadamente turístico foram reconhecidas no concurso transmitido pela RTP. Para conquistar a final, Paderne tem de recolher mais votos do público, num votação que arranca este domingo, pelas 21:10, e termina a 3 de setembro. Para votar, pode fazê-lo através do número 760 10 70 03.

“É com grande orgulho que vemos a nossa aldeia de Paderne chegar a finalista deste concurso, podendo tornar-se numa das 7 Maravilhas de Portugal”, afirma Carlos Silva e Sousa. O presidente da Câmara de Albufeira apela ao voto de todos os algarvios, uma vez que “Paderne é a única aldeia algarvia finalista e irá representar toda a região”.

Se Paderne vencer o concurso, junta-se ás já eleitas Ria Formosa, no concurso 7 Maravilhas de Portugal e Odeceixe, nas 7 Maravilhas Praia.

‘Um território de sol para as artes’ é o mote para a 2ª edição do programa cultural ‘365 Algarve’, que regressa oficialmente em outubro à região com uma agenda que já inclui 525 iniciativas.

Depois do sucesso da 1ª edição, os Ministérios da Cultura e da Economia voltaram a unir esforços e disponibilizaram 1,5 milhões de euros para promover inúmeras iniciativas culturais durante os meses da época baixa na região. “Queremos superar as expetativas de todos: nossas e do público. Para isso importa a qualidade da programação, inteiramente constituída por propostas dos agentes culturais e de animação turística algarvios”, escreveu Dália Paula, comissária do programa, em comunicado.

Para esta edição, o Governo salienta que foram recebidas 135 propostas artísticas, de 97 entidades e selecionados 24 projetos. Destes, resultam as 525 iniciativas previstas para decorrer até maio de 2018. O objetivo continua a visar “o estímulo à criação e à oferta cultural no Algarve e ao enriquecimento da experiência turística, durante os meses da época baixa tornando, desta forma, o Algarve um destino turístico mais sustentável, capaz de atrair e satisfazer, durante todo o ano, quem visita o Algarve”.

Nos próximos meses, há quatro eventos que regressam: LUZA, Festival Internacional de Luz do Algarve (24 a 26 de novembro, em Loulé), Festival do Contrabando (23 a 25 de março, em Alcoutim), Festival Algarve Jazz Gourmet Moments (25 a 27 de maio em Lagos) e projeto Lavrar o Mar, que terá iniciativas de outubro a maio em vários pontos.

O programa incluiu também novas apostas, como a Festa dos Sentidos (outubro a novembro, em Lagos), ‘Um Certo Ponto de Vista (outubro a maio, em Faro, São Brás de Alportel e Portimão), AlGharb.Come (novembro a maio, em Vila Real de Santo António, Castro Marim e Alcoutim), Festival das Artes Performativas de Tavira (janeiro e fevereiro), entre muitas outras.

Haverá ainda festivais, exposições, animação de património, cinema, teatro, circo contemporâneo, música e gastronomia. Para conhecer as novidades da programação pode consultar a página do evento.

Dias quentes são sinónimo de banhos de água fria. E nem só no mar nos podemos refrescar. O AlgarveAdviser foi para o interior à procura de locais que nos podem ajudar a baixar a temperatura e gozar horas de lazer. Ficam aqui sete ideias para tornar o verão ainda melhor.

Parque Natural do Sítio das Fontes, Lagoa

Há no interior de Lagoa, um tesouro escondido. Situado num esteiro da margem esquerda do Rio Arade, a cerca de 3kms da sua foz, este Parque com cerca de 18 hectares reserva uma canal de água propício para banhos refrescantes e ainda pode observar a fauna e a flora.

Espelho de Água da Seiceira, Ameixial

No Algarve interior, no coração da Serra do Caldeirão, foi criado um espaço único para se refrescar. Aproveitando a Fonte da Seiceira, perto do Ameixial, foi construído um espelho de água em harmonia com a natureza e que, de certeza, merece um mergulho.

Fonte Grande, Alte

A ribeira de Alte tem origem em duas fontes, uma das quais oferece uma piscina natural inserida num cenário campestre e bucólico. Falamos da Fonte Grande que atrai turistas de todos os lados. No local, existe ainda um parque de merendas e de lazer para quem quiser ficar todo o dia.

Fonte Benémola, Querença

O Sítio Classificado da Fonte Benémola é um local ainda pouco explorado. A passagem da Ribeira de Menalva permite que ali haja água todo o ano. O circuito pedestre existente ajuda a descobrir este local antes de experimentar as águas do barrocal algarvio.

Pego do Inferno, Tavira

A poucos quilómetros de Tavira, há uma cascata que atrai muitos visitantes, não só pelas suas águas frescas, mas também pela paisagem envolvente. A cascata forma uma pequena lagoa, ideal para uns mergulhos ou para banhos relaxantes.

Barragem de Odeleite, Castro Marim

A barragem de Odeleite, junto a Castro Marim, é um autêntico mar de água que nos impele a conhecer. As águas aqui depositadas permitem mergulhos e banhos num cenário natural ainda por explorar. O seu potencial é tal que já existe um projeto para construir uma praia fluvial.

Pego do Fundo, Alcoutim

Na foz da ribeira dos Cadavais, junto do rio Guadiana, foi criada a única praia fluvial reconhecida do Algarve. O parque tem todas as condições de apoio e serviços para desfrutar de dias agradáveis e deixar as crianças em brincadeiras prolongadas.

É sobejamente conhecido o fenómeno meteorológico da costa algarvia, que se faz sentir sobretudo no verão, que agita e aquece as águas marítimas. É o vento Levante, também tratado pelos pescadores como vento Sueste.

Em termos técnicos, este vento provém do Deserto do Saara, em pleno coração africano, quando as altas temperaturas provocam uma depressão no interior da Península Ibérica e que se estende até ao Norte de África, ao mesmo tempo que se instala um anticiclone na Europa Central.

Correndo de leste na região do estreito de Gibraltar, ganha velocidade quando apertado pelas placas continentais da Europa e de África e pode chegar aos 60 ou 70 kms/hora. Ao passar na região de Cádiz, Espanha, perde intensidade e chega já ao à costa algarvia no sentido sueste. Ainda assim, a força que transporta causa agitação marítima, podendo provocar em mar aberto ondas de três metros.

Em terra, quem olha para o mar quando se dá o Levante tem sentimentos mistos. O vento quente agita as águas e proporciona boas ondas para os amantes dos desportos marítimos, como surf. Mas quem está na praia para desfrutar de uns dias de relaxe, é melhor ter cuidado. As bandeiras amarelas içadas indicam que é desaconselhado nadar e os banhistas surpreendem-se com a neblina e a mudança do comportamento do mar.

Quem conhece bem o Levante, ou sueste, são os pescadores, habituados aos humores da meteorologia. Quando o vento quente chega com as grandes ondas, os barcos não saem para faina.

Mas nem banhistas, nem pescadores maldizem o vento. O Levante agita as águas e o fundo do mar liberta alimentos para os peixes, como algas e plâncton. A temperatura das águas sobe durante o fenómeno e pode manter-se assim durante vários dias, depois do mar acalmar. Para os pescadores, nessa altura há mais peixe e os banhistas podem experimentar as águas quentes da costa algarvia.

O Levante estendem-se a toda a costa algarvia, mas é no Sotavento que tem mais intensidade. Depois começa a perder intensidade a partir das ilhas-barreira de Faro, desvanecendo até chegar a Lagos e termina no Cabo de São Vicente quase impercetível.

Em época de verão com tanto calor, o que mais nos vem à cabeça é praia. E para satisfazer os nossos desejos, o conceituado jornal espanhol ‘El País’ debruçou-se sobre as praias da Península Ibérica e selecionou as melhores. No Algarve, nomeou 19 areais.

Com extensos areais brancos e águas calmas e mornas, há cinco praias no Sotavento algarvio selecionadas para o artigo do jornal espanhol. São elas Manta Rota, Ilha de Tavira e Barril e Barreta, estas três situadas nas ilhas da Ria Formosa. O periódico destaca ainda a praia do Homem Nu, em Tavira, sublinhando que foi a primeira praia naturista em Portugal.

Roubadas às arribas, existem praias que definitivamente merecem uma visita, não só pelas suas areias e águas, mas também pela paisagem envolvente, como as praias da Falésia, de Santa Eulália, Afurada e Carvoeiro.

Já foi considerada a praia mais bonita do mundo e continua a encantar quem lá vai. Falamos da Praia Dona Ana, em Lagos, que é um dos espaços mencionados a Barlavento, a par da praia das Furnas.

Depois chegamos à Costa Vicentina, onde as águas calmas e mornas dão lugar ás águas agitadas ideais para o surf e a paisagem também é um bom motivo para ir. O ‘El País’ destaca as praias do Beliche, Ponta Ruiva, Murração, Amado, Bordeira, Arrifana, Monte Clérigo e Adegas, em Odeceixe.

É pequeno, macio, doce. Desfaz-se na boca quando comido em fresco, aquece a garganta quando comido em seco. Sim, falamos do figo, o fruto que tão bem se dá em terras algarvias.

Originário da região mediterrânica, começou a ser consumido ainda na Idade da Pedra. Não é por acaso que a sua árvore, a figueira, aparece já descrita na Bíblia, quando Adão usa as suas folhas para se cobrir.

O figo amadurece na Primavera para ser colhido nos meses de verão. E pode ser consumido de várias formas: fresco, seco ou destilado. É um ingrediente obrigatório da doçaria regional algarvia, através do queijo de figo, do morgado de figo, de compota. Pode também vir acompanhado de amêndoas e nozes quando está seco.

Mas não é por acaso que este é um dos frutos mais queridos da gastronomia algarvia. Rico em açúcar, fibra, ácidos orgânicos e sais minerais, como o potássio, o cálcio e o fósforo, contribui para a formação de ossos e dentes. O figo é ainda uma fruta altamente energética, que trava a fadiga mental e contribui para a transmissão normal dos impulsos nervosos.

Este fruto é ainda aconselhado para combater o colesterol, devido à fibra pectina e na prevenção do cancro, pelos antioxidantes que possui. E as vitaminas C e B contribuem ainda para a rejuvenescimento da pele.

Faro pretende ter um novo museu dedicado à imprensa. A intenção parte da Diocese do Algarve e da Câmara de Faro que estão a estudar a possibilidade de criação do espaço cultural na antiga Tipografia União.

A ideia surge na altura da apresentação do núcleo museológico ligado à edição do ‘Pentateuco’, o primeiro livro a ser imprenso em Portugal, pela Fundação Portuguesa das Comunicações. “Só unindo esforços é que conseguimos levar para a frente esta iniciativa de preservar aquilo que herdámos”, afirmou D. Manuel Quintas, bispo do Algarve, acentuando a importância de facilitar a abertura do espaço a escolas e não só à cultura e turismo.

A criação do novo museu de imprensa na antiga Tipografia União é ainda motivada pelo espólio existente no local. “Temos lá máquinas que me disseram ser únicas em Portugal, ligadas à impressão da ‘Folha de Domingo’. É um espaço que precisa de investimento para ser recuperado”, afirmou ainda D. Manuel Quintas.

O novo espaço museológico, anunciado no Seminário de São José, em Faro, na apresentação de uma reedição ‘fac-simile’ do primeiro livro editado em Portugal, deverá ficar instalado na antiga capela do Paço Episcopal, que já antes recebeu diversas exposições.

Para este espaço, o presidente da Fundação Portuguesa das Comunicações garantiu ainda “o compromisso de ceder a título de empréstimo, por um temo que venha a ser considerado” a réplica do prelo de Gutenberg, que faz parte do acervo desta entidade. Luís de Andrade ofereceu ainda ao espaço publicações relacionadas com a história da comunicações e a cronologia da escrita da Antiguidade, Idade Média e Idade Moderna.

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