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Month: Jul, 2017

There will be a new beach in the middle of Ria Formosa. The work of feeding sand on Cavacos beach, at the Armona beach in Olhão, has already begun and should be completed within two months.

The work is part of the hydrodynamic valorization project of the Armona bar and had to be approved by the Polis Litoral Ria Formosa Society, fulfilling an old desire of the local authority of Olhão.

The new beach will have capacity for 190 people and will have a beach support, according to the Planning Plan of the Coastal Vilamoura-Vila Real de Santo António. The total investment is 150,000 euros.

The new beach is fed through the sediment of the channels of the maneuvering basin of the dock of the island of Armona, which are being removed and allowing better navigability of the channels by the fishermen and more conditions of exploitation of the nurseries.

With this new beach, which is expected to be completed later this summer, the Algarve now has 107 sea and river beaches classified.

Chama-se Diabelha do Algarve e só cresce em seis locais do Barrocal, mais concretamente em aglomerados de Algoz e Tunes, em Silves. E apesar de estar integrada em planos de recuperação, esta pequena planta está em vias de extinção.

De folhas lineares e aguadas, a Diabelha do Algarve é uma planta vivaz e arrosetada, ocorre em solos argilosos, por vezes sujeitos a encharcamento e preferencialmente a jusante de pequenas nascentes de água, e floresce de maio a agosto. Também conhecida pelo nome científico de ‘Plantago Algarbiensis’ , é única a nível mundial por só se pode encontrar naquelas zonas do Barrocal algarvio.

Em 2002 o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) iniciou um projeto de conservação desta espécie ameaçada, aplicado medidas de repovoamento e alargamento dos núcleos com vista ao aumento do efetivo populacional e informado as entidades competentes de ordenamento e gestão do território sobre áreas de distribuição, efetivos populacionais e medidas adequadas à conservação da espécie.

Contudo, 15 anos depois, as zonas onde se podem encontrar a Diabelha do Algarve estão a diminuir devido à pressão urbanística. Uma das áreas integra a rede Natura2000 como Sítio de Interesse Comunitário, mas pode vir a desaparecer após o loteamento de uma urbanização no Vale de Algoz, alerta a Associação Almargem que há anos monitoriza a espécie.

Quatro concelhos algarvios estão na corrida para o título de galardão Municípios do Ano Portugal 2017. O resultado do concurso promovido pela Universidade do Minho, através da plataforma Cidades é conhecido a 27 de julho.

Alcoutim, Portimão, Silves e Vila do Bispo são os quatro municípios que concorrem na categoria Município do Ano Algarve 2017 e que podem ser ainda ser eleitos Município do Ano Portugal 2017.

No caso de Alcoutim, o ‘Festival do Contrabando – Tráfico de Artes no Guadiana’ foi o projeto apresentado que motivou a nomeação. A iniciativa decorreu pela primeira vez este ano e visou recuperar a memória das comunidades vizinhas de Alcoutim e Sanlúcar del Guadiana (Espanha).

O prémio ‘Municípios do Ano Portugal’ pretende reconhecer e premiar as boas práticas em projetos implementados pelos municípios com impactos assinaláveis no território, economia e sociedade, que promovam o crescimento, a inclusão e/ou sustentabilidade. A escolha dos galardoados é feita por um conjunto de nove especialistas e será conhecida numa cerimónia a decorrer no Fundão.

É já um evento obrigatório para todos os que gostam de explorar a Natureza, que ao longo dos primeiros sete anos conquistou adeptos e marcou uma posição no calendário regional. A 8ª edição do Festival de Observação de Aves e Atividades de Natureza regressa de 4 a 8 de outubro com mais de 200 atividades.

Pelo nome do festival, já sabemos que o ‘cabeça-de-cartaz’ é especial. Este ano o grande destaque vai para o chasco-cinzento, uma espécie migradora fácil de observar em Sagres. Este pássaro de pequeno porte chega a Portugal para se reproduzir em abril e só ruma às terras mais quentes de África pelo outono.

Os cinco dias do festival são muito preenchidos com atividades a decorrer desde manhã cedo até à noite. As aves ocupam uma grande parte do evento, através das saídas de campo, anilhagem, monitorização de aves planadoras, mas há muito mais para descobrir neste território da Costa Vicentina. Os participantes podem conhecer a flora, a geologia local e o património através de passeios, sair para o mar de barco para observar mamíferos marinhos, realizar mini-cursos e muito mais. Os mais novos também não são esquecidos.

A participação nas atividades carece de inscrição prévia. Pode conhecer o programa completo do Festival aqui e fazer a sua inscrição através deste formulário. Para este ano, a organização promete ainda “momentos de convívio ao pôr do sol, concertos, observatórios móveis e viagens de comboio para descobrir Sagres de uma forma cómoda”.

O Festival de Observação de Aves e Atividades de Natureza é promovido pela Câmara Municipal de Vila do Bispo, com o apoio da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves e a Almargem.

Quer fazer férias no Algarve sem gastar muito dinheiro? Sim, é possível. A pensar em todos os que pretendem fazer férias low-cost, o site de viagens ‘momondo’ convida a descobrir dois locais algarvios onde encontra o melhor para umas férias em grande: praia, gastronomia, cultura e uma natureza invulgar.

O artigo publicado no site de viagens dá sete dicas para descobrir locais em Portugal onde ainda é possível fazer férias sem gastar muito dinheiro. A primeira sugestão no Algarve é Alcoutim, no interior menos explorado. “Este é o tipo de Algarve que, acreditamos, tu gostas: sem trânsito, com pouca gente, gastronomia típicaa e com vários locais interessantes para conheceres”, começa por descrever o artigo.

Neste recanto português com o olhar posto em Espanha, há espaços que merecem uma visita, como o Castelo Velho, a Ermida de Nossa Senhora da Conceição, Vila Romanda do Montinho das Laranjeiras ou a Fortaleza. E para ganhar forças, peça a gastronomia local, com destaque para o peixe fresco. O artigo recomenda ainda “ter contacto direto com a Natureza através de passeios a pé ou de bicicleta”. A costa com as suas praias de água quente está perto, mas, aconselha o AlgarveAdviser, uma visita à praia fluvial do Pego do Fundo.

Mas se quer mesmo ir para a praia, então saiba que este é um dos mais belos cenários algarvios. Cacela Velha, “uma vila perfeita”, escreve o momondo, oferece a Praia da Fábrica, já considerada uma das melhores do mundo e roubada pela natureza à Ria Formosa. O acesso pode ser feito a pé na maré baixa, ou de barco na maré alta. “Um cenário digno de Caraíbas ou Sudoeste Asiático, mas… no Algarve”, pode ler-se no artigo.

Fora de água, há para descobrir “a muralha de Cacela-Velha, que foi edificada sobre uma arriba fóssil com cerca de um milhão de anos. Deste local, é possível contemplar a Ria Formosa e a ilha-barreira onde se situa a praia”. A acompanhar o momento, “lingueirão e umas ostras”. “Aproveita ainda para passear por Cacela Velha e mergulha no Algarve mais profundo que vais conhecer até hoje. Aqui, tudo é simples, tudo é antigo, tudo é acolhedor”, sublinha o site.

No centro de Loulé, há um espaço reconhecido há 90 anos. Com António Aleixo a receber os convidados, o Café Calcinha é um espaço que faz parte da Rota dos Cafés de Portugal com História. Depois de muitos meses fechado para reabilitação, o histórico edifício reabre a 14 de julho, com novidades.

A intervenção feita no Café Calcinha renovou-lhe a imagem, mas manteve os traços típicos da Art Deco, que lhe deram fama desde a sua fundação, em 1927. Assim, terá “um novo conceito, associando o funcionamento de um estabelecimento de restauração e bebidas a uma programação de âmbito social e cultural”, adianta a autarquia de Loulé, dona do espaço e responsável pelo projeto de reabilitação.

Inspirado no seu congénere brasileiro, o Café Calcinha “é o único espaço de tertúlia na história da cidade de Loulé, o que lhe configurou o privilégio de ser o estabelecimento mais emblemático e referenciado na histórica local”, sublinha ainda a Câmara. Entre as muitas figuras que se envolveram em conversas e debates no número 67 da Avenida da República foi António Aleixo, poeta que ali escreveu e declamou muitas das suas quadras. A sua presença foi de tal modo significativa que a sua figura descansa agora numa das mesas da esplanada.

O Café Calcinha foi classificado como Imóvel de Interesse Municipal em 2012, numa altura em que já atravessava dificuldades e tinha perdido o esplendor de outros tempos. Em 2014, foi adquirido pela autarquia e dois anos depois entrou em obras. A partir desta sexta-feira, regressa para marcar a vida social e cultural de Loulé.

Lagoa tem locais de magnífica beleza, autênticos cartões postais que encantam residentes e visitantes e viajam pelo mundo fora em imagens partilhadas em diversos canais. É para celebrar este património natural, cultural e histórico que a autarquia lança o concurso para eleger as suas cinco maravilhas.

A concurso estão 10 locais: a Paisagem Natural da Orla Costeira, o Promontório da Senhora da Rocha, a Igreja de Nossa Senhora da Encarnação, o Convento de São José, a Igreja de Nossa Senhora da Luz, a Igreja de São Tiago, o Parque Natural do Sítio das Fontes, as Igrejas da Misericórdia de Lagoa e de Estômbar, a Capela de Santo António e a malha urbana tradicional de Ferragudo.

Todos estes locais estão agora sujeitos à escolha e votação de habitantes, visitantes e amigos que se queiram juntar a esta iniciativa, inserida no âmbito do tema ‘Património – Olhar o passado rumo ao futuro’, que tem como objetivos dar a conhecer sítios e monumentos e promover a necessidade de os preservar. O processo de votação decorre até 31 de agosto e pode escolher o seu local favorito através da aplicação para smartphone. Os vencedores serão conhecidos numa gala a realizar a 2 de setembro no Centro de Congressos do Arade.

“Conhecer e mostrar este conjunto de algumas das melhores expressões do património de Lagoa é um passo importante para valorizar e preservar as mais emblemáticas maravilhas paisagísticas, culturais e artísticas do concelho”, sublinha a autarquia.

Recorde-se que a povoação de Ferragudo é candidata às Aldeias Maravilha de Portugal, na categoria Aldeias Monumento.

Os faróis são locais de fascínio e algum misticismo que desde sempre chamam a atenção e geram muita curiosidade. A sua existência faz-se notar, mas nem sempre é possível conhecê-los. Mas durante o verão vai poder descobri-los em todas as tardes de quarta-feira e quinzenalmente nas manhãs de domingo.

No Algarve há três faróis abrangidos por esta iniciativa da Direção-Geral da Autoridade Marítima (DGAM): Cabo de São Vicente, em Sagres, Alfanzina, em Lagoa, e Vila Real de Santo António. Os quatro espaços vão estar abertos todas as quartas entre as 15:00 e as 17:00 e quinzenalmente ao domingo entre as 10:00 e as 12:30.

Num programa excecional, o farol de Santa Maria, em Faro, vai estar aberto de terça a sexta, entre as 15:30 e as 19:15, através de um protocolo assinado entre a autarquia local, a DGAM, o Instituto Português da Juventude e a Associação Igualmente Diferentes e que conta com o voluntariado de jovens.

A abertura dos faróis ao público surge na sequência dos milhares de pedidos que são feitos anualmente e está inserida na política de divulgação da história, património e atividade dos faróis e faroleiros. De acordo com dados da DGAM, os faróis em todo o território nacional receberam no ano passado 64.420 visitantes.

O Algarve continua a chamar a atenção lá fora e a ser falado pelas melhores razões. Desta vez é a revista internacional ‘Vogue’ que, na sua seção de viagens, alerta os viajantes para a necessidade de uma “visita obrigatória” à região, onde pode encontrar “autênticos prazeres”.

No artigo publicado no início de julho, pode ler-se que o Algarve ainda conserva alguns segredos, apesar dos novos resorts da costa, dos restaurantes galardoados com estrelas Michelin e “de um novo tipo de vinho que não vai encontrar em mais lado nenhum”. E “é apenas uma questão de tempo para que deixe de ser assim”, adverte Lindsay Lambert Day, autora do artigo.

E que outros factores são motivo para uma visita? As mais de 150 praias, quais “tapetes de boas-vindas”. “Muitas são desenhadas entre arribas e falésias que dão um efeito fotogénico extra”, como as praias da Falésia e de São Rafael, em Albufeira. Há ainda paragens mais destinadas ao surf, como a Praia da Amoreira, em Aljezur, e outras que merecem mesmo uma visita como a Praia da Marinha, em Lagoa. E para um passeio com uma vista deslumbrante sobre as praias e o Atlântico, o melhor é ir até à Praia de Vale Centeanes, no Carvoeiro. Lindsay Lambert Day recomenda ainda uma visita ao Parque Natural da Ria Formosa, que com as suas lagoas, dunas, ilhas e zonas de pântano oferece um cenário perfeito para “caminhadas excecionais e observação da vida selvagem”.

Nesta viagem não pode faltar a gastronomia, os produtos locais e os vinhos. “O Algarve é banhado pelo sol em quase 3.000 horas de sol por ano”, pode ler-se no mesmo artigo, que lembra que, em conjugação com as águas do Atlântico e a fronteira montanhosa a norte, “as condições de cultivo de frescas e saborosas frutas e vegetais são excelentes”. Para um bom repasto não pode faltar “outra das estrelas culinárias do Algarve”: o marisco. Amêijoas, peixe grelhado, polvo e os percebes da Costa Vicentina são sugestões imperdíveis.

A acompanhar tudo isto, nada melhor que um vinho. A autora faz referência à casta ‘Negra Mole’, que “cresce exclusivamente no Algarve” e é usada para “produzir um tinto suave que atinge o palato como um Pinot Noir”. Brindemos, então, ao Algarve!

Se os leitores não vão à biblioteca, a biblioteca vai até aos leitores. É neste lógica de chegar mais perto de quem gosta de ler à beira-mar que a Biblioteca António Ramos Rosa se vai instalar durante os meses de verão na praia de Faro.

De 3 de julho a 31 de agosto, de segunda a sexta, entre as 10:00 e as 18:00, o Gabinete da Junta de Freguesia do Montenegro, localizado junto à ponte que dá acesso à praia de Faro, no lado poente, funciona como polo temporário da Biblioteca Municipal.

Além dos tradicionais livros, que podem ser levados durante cinco dias com possibilidade de renovação, o espaço disponibiliza ainda jornais e revistas e tem um serviço de wi-fi. E para ter acesso a tudo isto não é necessário ter cartão de leitor da Biblioteca.

A iniciativa conta com o apoio do Instituto Português do Desporto e da Juventude e funciona com a colaboração de dois voluntários do Programa Ocupação de Tempos Livres, que irão dinamizar o espaço.

Esta não é a única praia que tem um biblioteca à sua disposição. Também na Praia dos Pescadores, em Armação de Pêra, Silves, funciona um espaço semelhante até 31 de julho.

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