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Month: Abr, 2017

O Algarve é a casa para a única comunidade de camaleões que habita em Portugal. O Chamaeleo chamaeleon é uma das 150 espécies deste réptil existentes em todo o mundo e pode ser vista ao longo de todo o Parque Natural da Ria Formosa, no Sotavento algarvio. A sua precária e ameaçada existência estará patente na exposição de aguarelas de Manuela Leal Santos e sob o tema ‘Ciclos de Vida do Camaleão’.

Os pinhais, as dunas e os pomares são os habitats onde o camaleão-comum mais se sente mais à vontade. A sua presença no litoral do Algarve é relatada desde 1776, mas há estudos que apontam para que aqui vivam desde há séculos. Uma investigação genética permitiu descobrir que o camaleão-comum é natural da região marroquina da Essaouria. Pode ter viajado até ao Algarve de barco, durante a intensa rota comercial do Mediterrâneo, como mascote ou para controlo de pragas, ou não fossem os insetos o seu alimento de eleição.

Quando falamos em camaleão pensamos de imediato na sua caraterística mais conhecida e que desperta maior curiosidade: a mudança de cor. De facto, o camaleão tem esse poder em função do local onde se encontra, da temperatura ambiente, do estado anímico ou da necessidade de comunicação. Ainda assim, não assume todas as cores do arco íris, mas tem uma paleta de cores mais restrita. E há outras caraterísticas que o tornam igualmente ímpar: a possibilidade de mover um olho de cada vez até 180º graus, podendo estar a olhar para a frente e para trás simultaneamente e tem uma língua comprida e rápida.

A preservação da sua comunidade torna-se difícil devido à intensa pressão urbanística e turística que destrói e diminui o seu habitat. Sem esquecer que são ainda vítimas de capturas ilegais ou atropelamentos.

É para este património natural e para a necessidade de o proteger que pretende chamar a atenção da exposição de 15 aguarelas da arquiteta paisagista Manuela Leal Santos, em consonância com outros tantos poemas escritos pelos Poetas do Guadiana. A inauguração decorre a 2 de maio, pelas 17:30, no Centro de Interpretação do Parque Natural da Ria Formosa, em Olhão. Pode ser vista até 28 de julho.

A exposição integra a Semana da Ria Formosa, que decorre até 6 de maio, e pretende exatamente apelar à sensibilização ambiental nos municípios com território no Parque Natural, nomeadamente nas comunidades escolares.

O dia 1 de Maio é mundialmente conhecido por ser o Dia do Trabalhador. É um dos mais celebrados a nível mundial e a data provém de dois factores: a correspondência com o protesto nas ruas de trabalhadores de Chicago (Estados Unidos da América), em 1886, e por ser também o dia cristão de São José Operário, santo padroeiro dos trabalhadores. Mas no Algarve, a tradição de festejar o primeiro dia do quinto mês do ano já vem de tempos remotos e apresenta diversas manifestações. Entre no espírito e comece o Maio em festa!

Maios ou Maias

Uma das tradições mais antigas são os Maios ou Maias, consoante o género, dos bonecos cheios de trapos ou papel de jornal colocados nas ruas, jardins, ou até telhados. Os bonecos são enfeitados durante a noite de 30 de abril para 1 de maio a gosto dos seus executantes, normalmente com flores campestres. Mas também podem ter um caráter crítico ou até satírico. É um elemento de modernidade da antiga tradição romana, que comemorava a primavera e a fecundidade, prestando culto à natureza.

‘Atacar o maio’

Manda a tradição que no primeiro dia do mês se deve ‘Atacar o Maio’. A tradição nada tem de violento, mas antes é extremamente muito saborosa. Devem-se comer figos condimentados com erva-doce ou outros frutos secos. Obrigatório é o copo de aguardente de medronho.

Festas populares

As festas populares são outro ponto importante para festejar este dia. Por diversas aldeias do Algarve, em particular do interior, há festejos tradicionais, com muita animação. E se não houver festa, há de certeza um bailarico em qualquer lado ao som de música popular.

Caracóis

Outra das tradições mais caraterísticas desde dia é um verdadeiro festim para os amantes do petisco: comer caracóis! Por todo o lado, cafés e restaurantes servem estes pequenos seres. Se não gostar, junte-se no convívio!

Piqueniques

Maio é tempo de primavera e de bom tempo. Por isso, este dia é também um momento ideal para fazer piqueniques, normalmente no campo. Prepare a merenda e embrenhe-se nas paisagens campestres do Algarve.

O Algarve tem 87 praias e três marinas com Bandeira Azul para a época balnear de 2017, o mesmo número que já tinha alcançado no último ano, e mantém o título de região com maior número de galardões em Portugal continental e ilhas.

Para a lista que distingue as melhores praias marítimas ou fluviais e marinas de Portugal, entra este ano a praia Vale de Centeanes, em Lagoa. Em oposição, deixa de exibir o galardão na próxima época balnear a praia do Pintadinho, também em Lagoa.

A Bandeira Azul vai ainda ser hasteada nas marinas de Vilamoura, Portimão e Lagos.

A atribuição do galardão obedece a critérios como a informação ambiental, a qualidade da água, a gestão ambiental e equipamentos e segurança e serviços.

Para conhecer o mapa de todas as praias e marinas que cumprem estes critérios, clique aqui e comece já a planear as suas férias.

Os ‘Maios’ estão de volta à rua. Os típicos bonecos feitos de palha ou papel e pano e enfeitados com flores campestres da primavera desfilam novamente pelas ruas do Algarve no dia 1 de maio, mantendo esta tradição com milénios de História.

Na Antiguidade Clássica, os ‘Maios’ celebravam a chegada da primavera e a fecundidade das terras em boas colheitas, após o fim do inverno rigoroso, num agradecimento prestado à Deusa Maia. Durante o século passado, a tradição quase se perdeu, mas foi recuperada com novos elementos. Aos bonecos de tamanho quase humano colocados à beira das estradas, à frente das casas ou em telhados, juntou-se a sátira social e política.

A tradição dos ‘Maios’ continua a cumprir-se em algumas localidades algarvias, como Alte ou Estói (Loulé), mas é entre Olhão e a Fuseta que são mais vistos. A responsabilidade por manter viva a tradição cabe ao Futebol Clube de Bias que anualmente promove um concurso de bonecos, mostrados ao longo da EN125. Este ano, a história volta a repetir-se a 1 de maio e promete gerar a curiosidade em centenas de pessoas que se deslocam para os ver.

A partir de agora, fazer uma visita virtual à Fortaleza de Sagres e ao Castelo de Aljezur passa a ser é ainda mais fácil. Os dois monumentos algarvios estão agora disponíveis com imagens panorâmicas de 360º através do projeto ‘Google Street View Special’.

Através das imagens disponíveis nas plataformas Google Maps e Google Earth, os internautas podem ter uma experiência mais próxima da realidade e conhecer com maior detalhe os dois monumentos sem sair de casa. A Direção Regional de Cultura do Algarve sublinha que o esta tecnologia “irá permitir enriquecer a experiência dos usuários e oferecer uma visualização sem precedentes do local captado a nível global”.

A Fortaleza de Sagres e o Castelo de Aljezur são os únicos monumentos algarvios escolhidos para integrar o projeto da Google, que a nível global “tem como principal objetivo a promoção do Património nacional dos países selecionados”.

Em 2016, a Ria Formosa mereceu pela primeira vez uma semana dedicada a seu habitat natural. O sucesso obrigou a que 2017 tivesse novamente uma iniciativa inteiramente dedicada a este Parque Natural, que este ano decorre entre 2 e 6 de maio.

O projeto, que partiu de várias entidades com preocupações ligadas ao meio ambiente, é dedicado essencialmente à comunidade escolar dos cinco concelhos abrangidos pelo Parque Natural da Ria Formosa: Vila Real de Santo António, Tavira, Olhão, Faro e Loulé. Os objetivos são fomentar a sensibilização ambiental dos estudantes e promover a partilha pedagógica de experiências, enquanto se desenvolvem atividades sobre os valores naturais do território.

Durante esta semana, os alunos podem realizar e apresentar trabalhos à comunidade escolar, que podem passar por exposições de fotografias/desenho/esculturas, trabalhos de reciclagem, teatro, percursos pedestres entre muitos outros.

Uma vez mais, o cavalo-marinho foi escolhido como imagem de marca para a iniciativa uma vez que a Ria Formosa tem a maior comunidade de cavalos-marinhos do mundo, uma espécie em vias de extinção.

Para saber tudo o que vai acontecer nesta semana especial, pode abrir o calendário de atividades.

Os dias mais quentes já tentam a uma ida à praia. E a pensar em todos os que gostam de explorar uma praia que se distinga pela sua beleza natural e pelo espaço livre no areal, a prestigiada revista dedicada ao turismo Condé Nast Traveller elaborou uma lista de oito praias deslumbrantes e secretas em Portugal e, claro, o Algarve está muito bem representado com três. Veja as escolhas e guarde segredo!

Praia do Carvalho, Benagil

Os espaços livres para a toalha durante o verão são uma das qualidades apontadas pela publicação, bem como a beleza natural desta praia. “Falésias de arenito guardam a praia dourada e o mar parece uma safira”, pode ler-se no artigo. Além da praia, a revista aconselha ainda explorar as arribas e os seus túneis e grutas durante a maré baixa.

Praia da Arrifana, Aljezur

A Costa Vicentina conserva uma autêntica maravilha. Mais conhecida pelas suas ondas ideais para o surf e body-board, a Praia da Arrifana está abrigada por falésias. A Condé Nast Traveller recomenda o pôr-do-sol sobre o Atlântico e os pratos de peixe nos restaurantes locais. E “os trilhos costeiros de Aljezur e da Costa Vicentina percorrem as arribas”, sublinha a publicação.

Ilha da Fuseta, Faro

São “60 quilómetros de lagoas, dunas ensolaradas, ilhas arenosas entre a Ria Formosa e o mar”. Chegámos à Ilha da Fuseta, no Sotavento algarvio, descrita como “a mais bela destas ilhas”. “As piscinas rasas com água morna, perfeitas para crianças, e os barcos de pesca coloridos”, completam um cenário idílico, em que pode ainda encontrar flamingos que procuram alimento nas salinas.

O Algarve está muito bem representado na corrida ao Melhor Sabor de Portugal’2017, o concurso que pretende eleger os melhores pratos nacionais nas categorias Arroz, Carne e Peixe. Os restaurantes algarvios apresentam a concurso as mais variadas receitas, com destaque para os pratos que incorporam os mariscos tradicionais da região.

Arroz de Marisco ou de Cabidela, Branco com Camarão, Paella, de Lingueirão, Arroz de Maris são algumas das sugestões apresentadas pelos restaurantes algarvios. Nesta categoria dedicada a pratos cujo elemento principal é o arroz, o Risotto de Carabineiro, do restaurante Sem Espinhas, em Castro Marim, segue na terceira posição do concurso, atualmente com 206 votos e com possibilidade de passar à grande final.

Na categoria Peixes, os sabores apresentados são igualmente apetecíveis: feijoada de lingueirão, caril de gambas, cataplana de polvo com batata doce, cataplana de peixe, ensopado de tamboril, açorda de gambas, peixe ao pão ou polvo assado com batata doce, filetes de pescada fresca à praia, entre muitos outros.

Magret de pato em molho de alecrim e medronho, barriga de porco crocante, carne de porco à alentejana, bife Alphonsos, feijoada de carne, espetada de camarão ou ensopado de borrego são alguns dos sabores apresentados pelos restaurantes algarvios na categoria Carne.

O público vai escolher os seus pratos preferidos numa votação que decorre até 6 de maio e fica habilitado a ganhar prémios. Para votar basta aceder à página oficial do concurso. Os cinco finalistas de cada categoria passam a uma final, que decorre a 22 de maio, no Mercado da Ribeira, em Lisboa. Nessa cerimónia, um painel de chefs e especialistas vai eleger os vencedores em cada categoria.

O concurso, promovido pela Unilever Solutions Foods e que pretende celebrar os melhores sabores da gastronomia típica, tem ainda um caráter social. Por cada voto, 100 gramas de arroz serão doadas a instituições de solidariedade social.

A semana mais próxima da natureza algarvia está quase a regressar e promete repetir o sucesso das duas primeiras edições. De 5 a 14 de maio, a Algarve Nature Week celebra um dos maiores patrimónios mais ricos e variados, ou não tivesse 40% do território da região o estatuto de conservação. E de 5 a 7 de maio pode encontrar inúmeras sugestões e experiências na mostra que este ano se realiza nas Quatro Águas, Tavira. Mas por que é que não pode mesmo perder esta semana? O Algarve Adviser conta tudo.

Experiências

Durante os 10 dias que dura a Algarve Nature Week, pode experimentar mais de 130 atividades em toda a região promovidas por dezenas de empresas turísticas. Caminhadas, mergulho, observação de aves, passeios de bicicleta, de todo-o-terreno ou de barco, remo e canoagem, passeios de a cavalo e burro, surf, bodyboard e stand up paddle, observação de aves, balonismo ou asa delta são as categorias principais de tudo o que pode explorar para conhecer o Algarve como nunca o viu.

Alojamentos

Para viver estas experiências em pleno, é importante o alojamento. Em consonância com o objetivo da iniciativa, 14 hotéis oferecem-lhe a possibilidade de uma estadia mais próxima da natureza.

Preços mais baixos

É certamente um dos maiores atrativos da Algarve Nature Week: os preços mais baixos. A iniciativa permite aos interessados adquirir experiências a preços mais simpáticos que o habitual e até pacotes, que pode reservar agora e usufruir depois.

Natureza

Já falámos dela e a ela temos que voltar pois esta iniciativa é totalmente sobre ela e para a homenagear e celebrar. Ao longo do seu território, o Algarve tem zonas extremamente distintas, que permitem experiências díspares. Do preservado habitat natural da Costa Vicentina, ao Parque Natural da Ria Formosa, à Reserva Natural do Sapal de Castro Marim, ao Barrocal, à Serra, às longos areais claros, às imponentes arribas, às grutas e algares ou à Serra de Monchique, há um novo Algarve a cada passo. Experimente-o.

Primavera

Com as temperaturas mais amenas depois do inverno, mas ainda não escaldantes, como no verão, a primavera é uma das melhores épocas do ano para descobrir o Algarve. Com os dias já são maiores, as caminhadas e os passeios estão favorecidos e há cores, muitas cores diferentes, para descobrir do mar à Serra.

Mostra

A mostra da Algarve Nature Week é também um factor muito interessante. De 5 a 7 de maio, no cais das Quatro Águas em Tavira, com entrada livre, vai poder descobrir inúmeras experiências. E com a Ria Formosa ali mesmo ao lado, pode passear na água de barco, kayak, stand up paddle, em terra de segway, bicicleta, moto 4, burro, cavalo ou, simplesmente caminhar. E até pode fazer um batismo de mergulho ou observar aves e cetáceos. A mostra funciona entre as 10:00 e as 19:00 nos dias 5 e 7 de maio e entre as 10:00 e as 20:00 no dia 6. Mais informações no site da Algarve Nature Week.

Fugimos aos destinos mais conhecidos do Algarve para ir dar uma volta. Ou melhor, cinco voltas. Os roteiros que preparamos exigem um carro e alguma dose de curiosidade para conhecer um território menos explorado. É o Algarve interior, o Algarve ‘vicentino’, o Algarve verdejante, o Algarve transfronteiriço ou o Algarve da terceira maior rota turística a nível mundial, a EN2. Aproveite os dias amenos da primavera e aventure-se!

1 – Costa Vicentina – De Odeceixe a Sagres

É pelo redor de uma das áreas mais naturais mais bem protegidas, que convidamos a um passeio. O ponto de partida é Odeceixe, onde pode começar por admirar a vila e a paisagem no alto do seu moinho. Até Sagres são quase 59 quilómetros, durante os quais pode contemplar a paisagem marcadamente atlântica, observar fauna e flora únicas ou o branco casario de aldeias e vilas e provar deliciosas receitas de batata-doce, típica da região. E com tempo, espreitar as praias rasgadas entre as arribas. E no final visitar a histórica Fortaleza de Sagres e o Cabo de São Vicente, onde pode contemplar um dos mais belos pores-do-sol do mundo.

Percurso: Odeceixe, Rogil, Aljezur, Bordeira, Carrapateira, Vila do Bispo, Sagres

Estradas: N120 e N268

2 – Serra de Monchique – De Portimão a São Marcos da Serra

Virando as costas ao mar é tempo de subir a um dos cenários mais incríveis do Algarve: a Serra de Monchique. À medida que se deixa o Barrocal e se começam a subir as encostas, a paisagem começa a mudar. O verde de pinheirais, eucaliptais e medronheiros toma conta do horizonte. Nas Caldas de Monchique recomenda-se uma ida às termas, nas águas que já os romanos consideravam sagradas. Entre o casario que estende Monchique pela encosta da serra, há que procurar sabores tradicionais da serra como os enchidos, o mel ou o medronho. E se puder fazer um desvio desta rota, contemple o Algarve a partir do seu ponto mais alto a Fóia. Recomenda-se uma paragem em Alferce para visitar as ruínas do antigo castelo islâmico. Não perder o serpenteado da Barragem de Odelouca, rasgada entre colinas, antes de seguir até São Marcos da Serra, uma das caraterísticas aldeias do interior algarvio.

Percurso: Portimão, Caldas de Monchique, Monchique, Alferce, São Marcos da Serra

Estradas: N124, N266 e N267

3 – Rota Turística – De Faro ao Ameixial

O Algarve entra na terceira maior rota turística do mundo: a EN2, com mais de 700 quilómetros de extensão na sua totalidade. De Faro até à Ribeira do Vascão, onde se entra no Alentejo, são mais de 56 kms que se fazem em mais de uma hora. A média é baixa devido às muitas curvas que é preciso fazer para subir o Caldeirão, depois de passar São Brás de Alportel. Mas todas valem a pena, porque chegar ao topo da serra do Caldeirão merece uma paragem para contemplar a paisagem abaixo dos pés. E um novo segredo, é dar um mergulho no espelho de água da Fonte da Seiceira. O Ameixial é ponto de paragem obrigatória para conhecer uma das freguesias mais remotas de Loulé e que conta uma história milenar.

Percurso: Faro, São Brás de Alportel e Ameixial

Estrada: EN2

4 – Rota Transfronteiriça – De Alcoutim a Vila Real de Santo António

Esta rota é feita com os olhos postos no outro lado da fronteira, em Espanha. E no Guadiana. Alcoutim, a vila pintada de branco na margem do rio, conserva o seu património transfronteiriço, como o contrabando, ou a presença de outros povos. O convite que fazemos é seguir pela estrada junto que serpenteia o Rio Guadiana. Em Laranjeiras, pode visitar a Villa Romana e em Guerreiros do Rio o Museu local. Seguindo por estradas interiores, entra-se na N122, para seguir até ao Azinhal, onde pode provar queijo e iogurte de cabra de raça algarvia, feito pela queijaria local. Depois é passar por Monte Francisco antes de descobrir a simpática vila de Castro Marim, onde pode observar o sapal, a foz do Guadiana e Vila Real de Santo António.

Percurso: Alcoutim, Guerreiros do Rio, Foz de Odeleite, Azinhal

Estradas: M507, N122, IC27, N122

5 – Transalgarviana – De Aljezur a Alcoutim

É a maior rota do Algarve e toda feita em pleno interior, nas serras algarvias do Caldeirão, Monchique e Espinhaço de Cão. São quase 200 quilómetros, onde a paisagem pode mudar a cada curva e o isolamento permite contemplar o ‘outro Algarve’. Além de sugestões já mencionadas de Aljezur a Monchique, Silves merece uma paragem para descobrir o seu património histórico. Depois é seguir pelas aldeias típicas do Barrocal algarvio: São Bartolomeu de Messines, Alte, Salir, onde não pode perder o castelo. Começa então o serpenteado da serra que nos leva até Cachopo e Martim Longo, em pela serra do Caldeirão, antes de seguirmos até à margem do Rio Guadiana, para sermos recebidos por Alcoutim. Durante esta viagem, podemos observar quatro cenários distintos do Algarve: a Costa Vicentina, a serra de Monchique, o Barrocal e a Serra do Caldeirão.

Percurso: Aljezur, Marmelete, Monchique, Silves, São Bartolomeu de Messines, Alte, Salir, Cachopo, Martim Longo e Alcoutim

Estradas: N267, N266, N124, N122-1

Depois de fazer as cinco rotas, há mais para descobrir? Há sempre mais para descobrir no Algarve!

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