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11 sugestões de natureza sem fugir ao mar

“Mesmo sem sair da praia e das principais zonas turísticas podemos encontrar natureza no Algarve em estado puro”. É este o convite lançado pela GoodYear, através do seu site de viagens ‘Quilómetros que Contam’. Para este verão, são recomendadas 11 sugestões sem se afastar do mar.

“Fizemos a costa algarvia, sem fugir aos aglomerados, e fomos surpreendidos com a facilidade como a natureza ainda vibra”, pode ler-se no artigo publicado no blog de viagens, que esclarece que os locais escolhidos “ficam a poucos minutos da beira-mar e que mostram que há sempre um outro país”.

“Do topo das arribas da Costa Vicentina espreitam dunas a que os locais chamam de “medos”. Aqui e ali surgem rochas que resultam do afloramento da duna fóssil”. É precisamente na Costa Vicentina que arranca esta viagem com visitas às Praias da Amoreira, onde é recomendado um percurso pelo passadiço entre as dunas da praia, do Monte Clérigo, onde se aconselha observar os lagartos que comem escaravelhos e borboletas que povoam as duas, do Telheiro, onde se vêm crescer ervas aromáticas indispensáveis para gastronomia local, e Cabo de São Vicente, que “sob a influência do Norte de África, do Mediterrâneo e do Atlântico, é uma região de uma diversidade notável”.

Seguimos depois para a costa sul do Algarve, até à Ponta da Piedade, em Lagos, onde se encontram “uma sucessão de miradouros e pontos de vista que merecem bem o nosso tempo”.

A sexta sugestão é a Ria de Alvor, “a maior zona húmida do Algarve”. Aqui “há pequenas lagoas, dunas, sapais e salinas, ombreados pelos bosques e campos que seguem para o interior” e ainda uma série de aves que “percorre estes céus em qualquer altura do ano”. Ali bem perto, o Estuário do Arade merece uma visita se encontram diversas espécies de aves, colónias de morcegos em grutas de calcário e 88 espécies de peixe sob a água.

A caminho do Sotavento, a praia dos Salgados é uma pérola a descobrir. Neste local passam regularmente mais de cinco mil aves aquáticas de cerca de 60 espécies diferentes, muitas das quais nidificação ali no inverno. Ali perto, o Trilho de São Lourenço permite passar entre os sapais e pelo campo de golfe antes de chegar à praia. Importa ainda conhecer os esteiros salinos no lado marítimo do campo de golfe e visitar os observatórios de aves existentes.

Um roteiro pela natureza algarvia não podia acontecer sem visitar a Ria Formosa, em particular a Ilha da Barreta, uma zona que, apesar da pressão turística, “tem-se mantido relativamente intocada e bem protegida”, com uma variedade de habitats. E depois há ainda amêijoa, lingueirão, berbigão e mais de 140 espécies de peixes. As aves também costumam ali fazer uma paragém obrigatória.

A terminar esta viagem, chegamos à Mata Nacional de Vila Real de Santo António. “O acesso à mata é realizado através da estrada que liga Vila Real a Monte Gordo e é um curioso refúgio na azáfama de verão”, pode ler-se no artigo, que revela que aqui se pode encontrar camaleões ao longo de um percurso de 5km que percorre toda a mata. “Esta vegetação é fulcral para a zona, ajudando a fixar dunas, a controlar os ventos marítimos e a biodiversidade da região”, remata o artigo.

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